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Leia mais...Horrorizados com os sinais da suástica rabiscados nas paredes, em parques infantis e e construções, um grupo de grafiteiros em Berlim está transformando os símbolos nazistas em arte colorida como flores, carros e animais.

A suástica, que foi adotada pelo partido nazista de Adolf Hitler, está banida da Alemanha, onde o sentimento de direita tem crescido após um fluxo de mais de um milhão de imigrantes nos últimos dois anos.

Ibo Omari, que dirige uma loja de grafite e o clube juvenil "The Cultura Heirs", encoraja jovens a procurar por suásticas em seus bairros e então pintar criativamente sobre elas - depois de obter permissão do proprietário do imóvel desfigurado.

"Era importante estimular os jovens a agir e encorajá-los a assumir a responsabilidade para que eles não passassem ignorantemente por esses símbolos de ódio", disse Omari à Reuters.

"Ofende toda a vizinhança se alguém em nosso meio pinta suásticas em parques infantis e eu tomo isso como pessoal", disse, adicionando que eles também deveriam mostrar que o grafiti não tem nada a ver com racismo.

Omari e o "The Cultural Heirs" decidiram que o melhor caminho para responder era "com humor e amor", então eles inventaram surgiram com desenhos como coelhos, pássaros e cubos de Rubik para cobrir as suásticas.

Leia mais...O agravamento no desabastecimento de produtos, crescimento da violência, desarticulação das burocracias em áreas como segurança pública, saúde e educação. Esse é um possível panorama do que se esperar da Venezuela para as próximas semanas, após a suspensão do país no âmbito do Mercosul. A opinião é do professor do Departamento de História das Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Virgílio Caixeta Arraes. O objetivo do Mercosul é convencer o governo venezuelano a estabelecer negociações com a oposição para saída da crise política que envolve o país, agravada com a convocação de uma assembleia constituinte.

Para ele, do ponto de vista político, a situação agrava mais a estabilidade do mandato do presidente Nicolás Maduro, uma vez que há consenso dos países-membros do Mercosul em aplicar uma nova punição para o país. “A suspensão é uma forma de punição mais severa. Dado que, no final do ano passado, sob justificativa técnica, já se havia suspendido o país, e agora, pouco mais de seis meses depois, uma punição é política”, avalia.

A suspensão aplicada à Venezuela pelo Mercosul no dia 5 de agosto foi tomada com base nas regras do Protocolo de Ushuaia, assinado em 1998. Ela soma-se a outra de natureza jurídica, feita no fim de 2016, devido ao não cumprimento por parte da Venezuela de acordos e tratados firmados no momento de adesão ao bloco. Tal decisão foi tomada com base na Convenção de Viena.

Para o assessor de Relações Internacionais da Universidade Católica de Brasília, Creomar de Souza, o resultado prático da medida de suspensão no Mercosul é dar um recado de que os vizinhos estão de olho na situação e que estão estabelecendo as sanções possíveis para que o governo do país restabeleça um diálogo com a oposição. “Em algum sentido, o direcionamento diplomático é muito mais uma tentativa de mostrar respaldo àqueles que tem lutado por forças democráticas dentro da Venezuela do que um recado direto ao governo”, afirma o assessor.

Outra consequência imediata da suspensão do país no bloco é o aumento do fluxo de venezuelanos para os países fronteiriços, um dos quais o próprio Brasil. “O governo brasileiro tem que trabalhar com essa possibilidade e imagina-se que ele já esteja contemplando essa realidade, de maneira que possa oferecer condições mais favoráveis aos governos estaduais para que recepcionem os venezuelanos nesse momento tão dramático, ainda que o Brasil não viva, do ponto de vista econômico, uma situação boa também”, avalia Arraes. 

Sanções econômicas

Para Creomar, a resistência ao diálogo por parte do governo venezuelano pode se desdobrar em sanções econômicas. “Para um país como a Venezuela, que é dependente economicamente de um produto [petróleo], e que já passava por dificuldades de escassez de produtos antes das sanções, o futuro econômico não é bom. A única saída é começar a negociar”, assegura.

Segundo o assessor, a Venezuela está caminhando para uma situação de piora antes da melhora. “Até o presente momento, o governo não tem dado nenhum tipo de sinalização de que ele quer, de fato, estabelecer um diálogo com a oposição. Isso tanto em âmbito político, quanto em âmbito relacional”, afirma.

Essa também é uma visão de Arraes. Para o professor, o que se espera agora é uma saída conciliatória dentro da própria Venezuela. “Não se admite, naturalmente, nenhum tipo de saída violenta ou anticonstitucional também por parte da oposição da Venezuela. Se espera agora que as partes, em função agora da postura do Mercosul, busquem uma conciliação com o objetivo de poupar a sociedade venezuelana, que passa por uma situação dramática”.

O especialista reforça que com a falta de diálogo na Venezuela e a suspensão do país no Mercosul, a população é quem se prejudica mais, à medida que os acordos comerciais, que visam a facilitar a circulação de bens dentro do bloco, ficam suspensos. “Isso dificulta ainda mais a possibilidade de recuperação da economia venezuelana, extremamente dependente do petróleo”, afirma Arraes.

A presença da Venezuela no bloco é, segundo o professor, importante porque faz do Mercosul uma organização energética considerável. “Além disso, dentro das condições de competição da indústria brasileira, a América do Sul é uma área de preferência. Então, à proporção que o bloco se amplia, melhor para a indústria brasileira, que é a mais sofisticada do continente”, conclui.

Adesão da Venezuela

A aproximação da Venezuela com o Mercosul, até sua entrada no bloco, teve início em 2003, durante reunião de cúpula do bloco realizada no Uruguai. Na ocasião, foi assinado o Acordo de Complementação Econômica Mercosul com Colômbia, Equador e Venezuela. Nele foi estabelecido um cronograma para a criação de uma zona de livre comércio entre os Estados signatários e os membros do Mercosul. Em 2004, a Venezuela foi elevada ao status de membro associado. No ano seguinte, o bloco a reconheceu como uma nação associada em processo de adesão, o que na prática significava que a Venezuela tinha voz, mas não voto.

A adesão plena venezuelana encontrou resistência paraguaia. Apenas em 2012, em resposta à destituição sumária de Fernando Lugo da presidência do Paraguai, os presidentes do Mercosul decretaram a suspensão do país até a eleição presidencial seguinte, em 2013. Logo em seguida, os presidentes do bloco reconheceram a adesão plena da Venezuela e diversos acordos comerciais foram firmados.

Leia mais...Milhares de pessoas se manifestaram neste sábado em Boston (Massachusetts, EUA) a favor da liberdade de expressão, após os episódios violentos ocorridos no fim de semana passado em Charlottesville (Virgínia), enquanto que outras tantas organizaram um contraprotesto antirracista. As informações são da Agência EFE.

Ambas as concentrações aconteceram depois que manifestações de simpatizantes neonazistas e grupos defensores dos direitos civis organizaram algo similar no sábado passado em Virgínia, encontros que se tornaram violentos e deixaram como saldo a morte de uma jovem de 32 anos, atropelada por um suposto neonazista.

Hoje em Boston, no entanto, não foram registrados maiores incidentes, ainda que a polícia tenha informado 33 detenções, na sua maioria por desordem pública e agressões contra agentes de segurança.

"Hoje está claro que Boston era paz e amor, não o fanatismo e o ódio", disse o prefeito da cidade, Marty Walsh.

Ainda que houvesse o temor de que acontecessem confrontos, finalmente as manifestações acabaram sendo pacíficas.

A Coalizão de Discurso Livre de Boston, grupo que organizou a primeira concentração, tinha planejado incluir oradores com vínculos com o nacionalismo branco, mas após os últimos eventos se distanciaram dessa retórica.

Desde então, se afastaram publicamente dos grupos racistas que incitaram a violência em Virgínia no sábado passado, aconselhando os grupos de ódio que não se juntassem à sua manifestação.

"Enquanto sustentamos que cada indivíduo tenha direito à sua liberdade de expressão e a defender esse direito humano básico, não ofereceremos nossa plataforma ao racismo ou ao fanatismo", disse o grupo, em comunicado publicado no Facebook.

"Denunciamos as políticas de supremacia e violência, denunciamos as ações, atividades e táticas do chamado movimento Antifa (antifascista), denunciamos a normatização da violência política", acrescentaram.

Os organizadores da contramarcha, no entanto, alegam que este tipo de defesa a qualquer preço da liberdade de expressão dá asas aos grupos supremacistas, e por isso saíram às ruas com cartazes contra o grupo Ku Klux Klan e qualquer tipo de discurso racista.

A polícia manteve uma zona de segurança entre os manifestantes, evitando grandes incidentes, à exceção de algum confronto isolado e gritos entre os participantes da contramarcha e dos partidários do presidente Donald Trump.

Trump, duramente criticado após "culpar ambos os lados" da violência ocorrida em Charlottesville, disse neste sábado na sua conta do Twitter que parecia haver "muitos agitadores contra a polícia" em Boston, mas depois elogiou os manifestantes por "falarem contra a intolerância e o ódio".

Da Agência Brasil via Agência EFE

Leia mais...O ataque desta sexta-feira (19) em uma região central da cidade de Turku, no sudoeste da Finlândia, em que foram mortas duas pessoas e outras seis ficaram feridas, foi realizado por um jovem jihadista marroquino de 18 anos, confirmou hoje a Polícia local.

Após identificar e interrogar o agressor, que foi ferido em uma perna e detido pouco após o ataque, as autoridades constataram que ele tinha motivação terrorista.

Em um breve comunicado, a Polícia informou que as duas vítimas e vários feridos são de nacionalidade finlandesa, mas também há um italiano e dois suecos.

Segundo a reconstrução policial dos fatos, o ataque começou por volta das 16h (horário, local, 10h em Brasília), quando o jovem esfaqueou uma pessoa na praça de Puutori e posteriormente um homem que foi em ajuda da vítima.

Um grupo de pessoas o enfrentou com paus e outros objetos contundentes, fazendo o agressor fugir da praça por uma rua adjacente, onde atacou várias outras pessoas que passavam por seu caminho.

Finalmente, uma patrulha da Polícia o encontrou, e o jovem tinha uma atitude muito agressiva, pelo que as forças de segurança atiraram em sua coxa e realizaram sua detenção, segundo o relato policial.

Da Agência EFE

Leia mais...A Coreia do Norte pediu neste sabado (19) a vários países latino-americanos para não romper os laços que mantêm com o Estado asiático e condenou a recente petição formulada por Washington para que deixem de manter relação alguma com Pyongyang.

"Semelhante comportamento coercitivo dá mostra de um egoísmo e arrogância extrema por parte dos Estados Unidos", afirmou um porta-voz da Chancelaria norte-coreana citada hoje em um artigo da agência estatal "KCNA" a respeito da recente solicitação planejada pelo vice-presidente estado-unidense, Mike Pence.

Durante uma visita a Santiago, Pence pediu abertamente a Chile, Brasil, México e Peru que cortem todo tipo de relação diplomática e comercial com a Coreia do Norte.

Segundo o porta-voz que a "KCNA" entrevstou, o comportamento de Washington é uma mostra de intervencionismo em assuntos domésticos de estados soberanos e constitui uma violação do direito internacional que tão somente "procura lograr benefícios (para os EUA) sacrificando no caminho o resto do mundo".

O porta-voz norte-coreano assegurou que o regime de Kim Jong-un continuará melhorando suas relações com diversos países se baseando no princípio de amizade, autossuficiência e paz.

Também pede às quatro nações para rejeitar esta petição assegurando que "todos os países cairão vítimas do intervencionismo americano no âmbito da política doméstica se cumprirem ou aprovarem tacitamente as sanções do Conselho de Segurança da ONU impulsionadas pelos EUA".

Da Agência EFE

Leia mais...O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) assumiu neste sábado a autoria do ataque indiscriminado com uma faca que deixou oito pessoas feridas no centro da cidade de Surgut, na Rússia, de acordo com a agência "Amaq".

Em um livre comunicado divulgado pela rede de mensagem Telegram e cuja autenticidade não pôde ser verificada, o EI assegurou que "uma fonte de segurança afirmou à 'Amaq' que o autor do esfaqueamento na cidade russa de Surgut é um soldado do Estado Islâmico".

As autoridades russas já identificaram o homem que cometeu o ataque e que foi morto pela polícia, mas ainda não tratam o fato como terrorismo.

"Trata-se de um morador da cidade nascido em 1994", aponta um comunicado do Comitê de Instrução (CI) da Rússia, que não dá prioridade a um atentado terrorista como a versão principal do ocorrido.

O jovem perambulava nesta manhã pelas ruas do centro de Surgut com uma faca e atacou a vários transeuntes, deixando oito feridos, alguns em estado grave.

Da Agência Brasil

Leia mais...As autoridades locais da Catalunha identificaram hoje (19) outra vítima dos atentados nas cidades de Barcelona e Cambrils. Trata-se de uma pessoa de nacionalidade americana, com a qual chega a nove o número de mortos já reconhecidos entre os 14 que perderam a vida no ataque.

Das nove pessoas identificadas, oito morreram no atentado de Barcelona e uma em Cambrils, segundo informou o Departamento de Interior do governo regional catalão, que informou também que ainda há 13 feridos hospitalizados em estado crítico.

Os mortos no atropelamento em massa de Barcelona identificados até o momento são quatro espanhóis - um deles com dupla nacionalidade espanhola e argentina -, dois portugueses, um italiano e um americano, enquanto que outra pessoa de nacionalidade espanhola morreu no atentado de Cambrils.

Da Agência Brasil

Leia mais...O Parlamento da Venezuela, controlado pela oposição, confirmou hoje (19) que continua em atividade em sua primeira sessão desde que a Assembleia Nacional Constituinte atribuiu-se das funções do órgão para legislar, medida que gerou inúmeras críticas de outros países.

A Câmara decidiu rejeitar "a usurpação da soberania popular", apontando o Parlamento como "único titular do Poder Legislativo" e continuar ativa para defender o mandato concedido pelas 14 milhões de pessoas que votaram nas eleições legislativas de dezembro de 2015.

Na sessão deste sábado foi aprovada a criação de uma comissão especial formada por cinco deputados e encarregada de "investigar" a "fraude constituinte”, de modo que o Parlamento possa tentar ações legais nacionais e internacionais em defesa da democracia na Venezuela.

Também compareceram ao Parlamento representantes diplomáticos de Espanha, Alemanha, México, Argentina, Reino Unido, França e outros países europeus e americanos, que mostraram apoio ao órgão após a decisão da Constituinte de assumir as funções legislativas.

Durante a sessão, os oradores recordaram as medidas tomadas pelo governo e pelo Tribunal Supremo de Justiça desde a vitória por maioria absoluta da oposição nas últimas eleições legislativas.

Controle parlamentar

Alguns denunciaram a medida adotada na sexta-feira (18) pela Constituinte, como a culminação do processo para ignorar a vontade popular e desmontar o único dos cinco poderes não alinhado ao presidente Nicolás Maduro.

Segundo o vice-presidente do Parlamento, o opositor Freddy Guevara, a medida de passar os poderes do órgão à Constituinte tem por objetivo burlar o controle parlamentar necessário para a aprovação de novos acordos econômicos internacionais que, ao seu julgamento, permitiriam à cúpula chavista continuar a enriquecer.

A Assembleia Nacional Constituinte foi instaurada no dia 4 de agosto e tem plenos poderes para reordenar o Estado e depurar todas as instituições. O Parlamento criticou também que esta assembleia, integrada unicamente por oficialistas, tenha funções executivas, embora os órgãos constituintes deste tipo só devessem ter capacidade para mudar a Constituição.

Na declaração deste sábado, o Parlamento se comprometeu a continuar denunciando à comunidade internacional e às suas diversas instâncias o novo passo para a consolidação de uma ditadura na Venezuela.

Da Agência Brasil

Leia mais...O governo brasileiro e a Organização das Nações Unidas (ONU) manifestaram-se hoje (19) sobre o atentado a faca na cidade finlandesa de Turku, que deixou dois mortos e oito feridos. Em nota, o Itamaraty repudiou o ataque e solidarizou-se com as famílias atingidas e os cidadãos finlandeses. A ONU também expressou repúdio e deu “sinceras condolências” à Finlândia.

Segundo o Itamaraty, uma italiana casada com um brasileiro está entre os feridos e recebe atendimento médico. O governo destacou que a Embaixada do Brasil em Helsinque, capital da Finlândia, está em contato com a família para prestar assistência e acompanhará de perto a situação.

“O caráter sexista desse atentado, direcionado contra mulheres, torna-o ainda mais covarde e ultrajante. O Brasil reitera sua mais veemente condenação a todo e qualquer ato terrorista independente de sua motivação e manifesta seus votos de pleno restabelecimento aos feridos e sua solidariedade às famílias das vítimas, ao povo e ao governo da Finlândia”, diz a nota do Itamaraty.

Já o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou, por meio de comunicado de seu porta-voz, Stéphane Dujarric, que “a ONU se solidariza com o governo da Finlândia na sua luta contra o terrorismo e o extremismo violento”.

O autor do ataque foi identificado como um jovem marroquino de 18 anos, que chegou ao país nórdico no início de 2016 como solicitante de asilo. A polícia finlandesa confirmou que o atentado tinha como principal alvo as mulheres.

O agressor está internado após receber um tiro na perna e as forças de segurança investigam o possível envolvimento no ataque de outros quatro cidadãos marroquinos que estiveram em contato com ele e estão detidos.

Da Agência Brasil com informações da Agência EFE

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