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Leia mais...Mesmo com o intenso trabalho das equipes do Departamento de Florestas e Proteção contra Incêndios no Norte da Califórnia, 17 mortes foram confirmadas no último boletim divulgado na noite dessa terça-feira (10), madrugada de hoje (11) no Brasil. A área atingida também aumentou para 40 mil hectares. Os incêndios atingem  gravemente os condados de Napa Valley e Sonoma, a região vinícola californiana - a maior produtora de vinhos do país. 

O número de relatos de pessoas desaparecidas também preocupa o governo do estado. Só em Sonoma County, foram recebidos mais de 200 relatos de pessoas desaparecidas entre domingo (8) e terça-feira. O governo informou ter localizado 45 pessoas, mas o número de pessoas das quais não se tem informações ainda é alto.

O vice-presidente Mike Pence visitou, nessa terça-feira, o Centro de Gestão de Emergências da Califórnia. "Deixe-me dizer que os nossos corações e o de todos os americanos estão com as famílias dos que perderam a vida", afirmou Pence.

O balanço de ontem foi negativo para as equipes que tentaram controlar o fogo. Os ventos dificultaram o combate e fizeram com que as labaredas se alastrassem rapidamente, criando novos focos.

A população que teve de sair de casa no domingo - cerca de 20 mil pessoas - continua sob ordem de não regressar às residências.

O fogo avançou para o sudeste da região, onde o incêndio começou. Mais de 1.000 homens continuam trabalhando com o apoio de seis helicópteros da Guarda Nacional, que lançam água para combater o fogo.

A imprensa local informa que nem todas as pessoas teriam conseguido receber os avisos de evacuação obrigatória, que começaram no domingo à noite. Segundo eles, isso pode ter causado mais mortes.

Da Agência Brasil

Leia mais...Com o devido acesso ao crédito e a terras, as mulheres brasileiras do campo podem ter um aumento de produtividade de 30%, enquanto sua fome pode ser reduzida em 17%. Essa foi a tônica da apresentação da gerente do escritório brasileiro da ONU Mulheres, Ana Carolina Querino, feita hoje (10), em Brasília, por ocasião do Dia Mundial da Alimentação, que será comemorado na próxima segunda-feira, 16.

Ela destacou que, além de não serem oficialmente donas das terras, as mulheres enfrentam “barreiras estruturantes”, como o difícil acesso a ativos como o crédito e outros insumos, que ficam concentrados na mão dos homens.

Segundo Ana Carolina,  embora respondam por grande parte do que é gerado no campo, as mulheres ainda não são identificadas como produtoras nem proprietárias de terras. O último Censo Agropecuário, de 2006, evidencia essa desigualdade: enquanto 3 milhões de homens eram apontados como donos de pequenos terras, apenas 600 mulheres tinham tal título. Das 15 mil mulheres que habitavam o campo, de acordo com o levantamento, um terço tinha uma ocupação e era formalmente reconhecida por isso, com a maioria sendo considerada somente um apoio.

A gerente da ONU também destacou que, entre 1995 e 2014, a percentagem de mulheres que chefiam famílias saltou de 15% para mais de 25%. Segundo ela, o fato pode estar relacionado ao fenômeno de migração forçada, em que os homens partem de suas casas em busca de trabalho, transferindo o cuidado da família a suas companheiras.

Permanência no campo

O coordenador-residente do sistema das Nações Unidas no Brasil, Niky Fabiancic, afirmou que o relatório O Estado da Alimentação e da Agricultura no Mundo, divulgado ontem (9) pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), instrui as autoridades a dar à população do campo um caminho à inclusão para que os mesmos permaneçam na área rural, com dados sobre programas públicos bem-sucedidos.

Entre as recomendações do estudo, foram apontadas uma maior conexão entre as áreas rurais e os mercados urbanos e a sustentação de políticas que assegurem que os pequenos produtores possam satisfazer a demanda alimentar das cidades.

Segundo Fabiancic, nos países em desenvolvimento, cerca de 43% dos trabalhadores rurais são mulheres, que "são responsáveis por produzir grande parte dos alimentos disponíveis”. Para ele “essas mulheres podem ser agentes de transformação efetivos nas cadeias de produção e consumo de alimentos, para que a terra e diferentes recursos sejam divididos de maneira eficiente e sustentável. Mas, para que isso possa acontecer, é preciso que haja políticas que facilitem sua participação nas tomadas de decisão”, falou.

“Do total de pessoas vivendo em extrema pobreza no mundo, 80% fazem parte das populações rurais. E o Brasil tem 30% dos pobres rurais da América Latina e do Caribe”, lembrou Fabiancic.

Da Agência Brasil

Leia mais...O governador da Catalunha, Carles Puigdemont, declarou nesta terça-feira (10) a independência da região em relação à Espanha, após o referendo de 1º de outubro.

Puigdemont, no entanto, suspendeu os efeitos do anúncio por várias semanas para abrir um processo de diálogo. O presidente alegou que está cumprindo com as exigências feitas no dia 1º de outubro, as quais disse que “está disposto a dar andamento”.

Ainda de acordo com o político, uma constituinte poderá ser aberta após uma sessão ordinária. Apesar de destacar que não tem nada contra a Espanha, Puigdemont frisou que a relação com o país já chegou ao patamar de insustentabilidade.

Reação

O governo espanhol reagiu rapidamente ao anúncio feito pelo presidente catalão, e classificou como “inadmissível” o fato de a região se declarar independente e em seguida suspender o anúncio para tentar promover um diálogo entre os Estados.

Leia mais...O Departamento de Florestas e Proteção contra Incêndios da Califórnia informou que há 17 grandes incêndios sendo combatidos, a maioria na região norte, área produtora do vinho californiano, e também em Anaheim Hills, no sul do estado.  A estimativa oficial é de que 38 mil hectares tenham sido atingidos. Dez mortes foram confirmadas. 

Um levantamento do governo mostra que 1.500 edifícios de oito municípios foram destruídos pelo fogo. Três quartos da área cultivada no norte foram afetados. Os condados de Napa e Sonoma, onde estão os vinhedos, foram os mais atingidos. Cerca de 1.000 homens trabalharam para combater os focos ontem à noite (9) e na madrugada de hoje (10). Helicópteros foram usados durante a noite no combate às chamas.

As 20 mil pessoas que receberam ordem obrigatória do governo para sair de casa nessa segunda-feira (9) ainda não sabem se poderão retornar hoje. Segundo as autoridades, não se pode dizer se as chamas poderão ser controladas hoje. Cerca de 45 mil pessoas ficaram sem energia, fornecimento de gás e serviço de celular nos condados de Napa e Sonoma.

O maior problema no combate ao fogo são os ventos -  entre 50 e 60 quilômetros por hora - que criam novos focos e aumentam a área atingida rapidamente.

O governo da Califórnia decretou estado de emergência na região norte. Outubro é o mês que registra os maiores incêndios no estado, que sofre com a falta de chuva há vários anos.

Nas redes sociais, a população compartilha vídeos com as pessoas correndo, enquanto as chamas avançavam ontem. Em um deles, um enfermeiro corre retirando pacientes, enquanto se vê na janela do hospital as chamas avançarem.

Este é o segundo pior incêndio na região norte da Califórnia desde outubro de 1991, quando 25 pessoas morreram.

Da Agência Brasil

Leia mais...As chamadas "cidades-santuário", nos Estados Unidos - aquelas que se opõem a colaborar com as autoridades federais no cumprimento de políticas de controle imigratório -, têm razões econômicas para proteger imigrantes: a maioria delas depende da mão de obra de imigrantes indocumentados, especialmente nos setores de serviços, construção civil e agricultura.

A Agência Brasil conversou com a advogada de imigração Renata Castro, da Flórida. Ela explicou que a dinâmica econômica é o que faz com que cidades como Los Angeles, Nova York e Chicago se oponham a colaborar com as autoridades federais de imigração.

"Cidade-santuário é um termo que causa muita confusão, mas é apenas um local que se dispôs a não colaborar legalmente ou em nível de polícia com a imigração", afirma Renata Castro.

A postura contrária à política migratória pode ser estabelecida em leis, como é o caso das aprovadas na Califórnia, agora um "estado-santuário", como na simples atuação dos agentes locais. 

Na prática, se um morador dessas cidades entra em contato com a polícia, ele não é questionado sobre seu status migratório. Além disso, em algumas cidades, o residente ilegal pode conseguir tirar uma carteira de motorista, mesmo sem autorização de permanência, como na Califórnia.

O termo começou a ser usado na década de 1980, depois que a cidade de Los Angeles pediu à polícia que parasse de questionar algumas pessoas apenas para determinar seu status de imigração, em 1979.

Existem inúmeras regiões do país com cidades declaradas santuário. Além de Los Angeles, Nova York e Chicago, também são consideradas santuário Seattle, San Diego, Austin, Boston, Houston, San Francisco, Denver e Miami.

A população indocumentada é a base da mão de obra de importantes setores econômicos. A Federação Agrícola dos Estados Unidos estima que 60% da mão de obra da agricultura sejam formados por esses imigrantes. 

Renata Castro diz que a dependência dessas cidades da mão de obra indocumentada é o maior motivo para que elas se recusem a seguir as diretrizes federais para imigração. "A cidade-santuário existe porque os Estados Unidos precisam e gostam de mão de obra de baixo custo". Para a advogada, "o próprio sistema migratório incita o ganho financeiro por parte do governo, com fianças de alto custo e taxas de imigração".

Renata pondera que exatamente por esse sistema de interesses - alto custo pago por imigrantes ao estado e baixo custo de mão de obra - não há interesse real de regulamentar a situação. "Por isso, vemos a falta de ação do Congresso para fazer com que essas pessoas possam sair das sombras e contribuir com o crescimento do país, intelectualmente e economicamente", destaca. 

A maioria da população de imigrantes indocumentados dos Estados Unidos é formada de latinos. Dos 11 milhões, 70% são provenientes da América Latina. Cerca de 6,2 milhões são mexicanos.

Os imigrantes que não têm permissão de trabalho legal ocupam as vagas na produção agrícola, construção civil, restaurantes e serviços de limpeza, em sua maioria.

O presidente Donald Trump pressiona as cidades-santuário a cooperar com a polícia imigratória. A ordem executiva assinada por ele, após a posse em janeiro, bloqueou recursos federais para as cidades-- santuário. A ordem vem sendo alvo de disputas judiciais.

Os estados também se dividem entre os que apoiam o os que não apoiam as políticas de imigração de Trump. A Califórnia deu o maior passo até agora, ao consolidar-se como o primeiro estado-santuário, unificando uma política que já se faz presente na maior parte de suas grandes cidades.

Nova York e Chicago também se posicionam e tentam barrar o avanço das medidas de Trump, seja tentando aprovar leis estaduais de proteção, ou em batalhas judiciais.

Estados republicanos fazem movimentos em favor da política atual da Casa Branca, ainda que tenham setores dependentes da mão de obra indocumentada, como é o caso da Flórida e do Texas.

A advogada Renata Castro disse que o Texas sempre tentou estar um passo à frente do resto do país, com relação à questão de imigração irregular. "Isso porque eles sofrem com o problema sério da fronteira com o México".

Um projeto aprovado no Texas dividiu parlamentares republicanos e democratas. O Texas quer proibir qualquer contribuição financeira por parte do Poder Público às cidades-santuário.

A medida foi bloqueada na Justiça temporariamente, mas Renata avalia que essa disputa ainda vai ter muitos revezes. "Não querem perder o acesso à mão de obra abundante.

Segundo ela, o Texas está em uma situação peculiar, em virtude de sua localização geográfica. "Lá, os problemas derivam não só da entrada de imigrantes nas fronteiras, mas também da entrada de drogas e do tráfico humano".

Mesmo assim, a advogada acredita que outros estados vão tentar apresentar projetos de lei similares. "Não me surpreenderia se a Flórida fizesse a mesma coisa", comenta.

Da Agência Brasil

Leia mais...A Califórnia passou a ser, desde a última quinta-feira (05), o primeiro estado-santuário norte-americano, com a assinatura de 11 novas leis para defender imigrantes de políticas do governo de Donald Trump.  A decisão, que beneficia imigrantes indocumentados, serve também para proteger a própria economia do estado - essencialmente dependente da mão-de-obra desses imigrantes. Cerca de 3 milhões de pessoas com status imigratório irregular vivem no estado.

O conjunto de leis foi assinado pelo governador Jerry Brown e visa a proteger a comunidade de imigrantes indocumentados de ações de deportação conduzidas pelo governo federal. Los Angeles e São Francisco já eram cidades-santuário no estado - termo usado para definir as cidades que não colaboram com a imigração em nível policial. 

As leis protegerão imigrantes indocumentados das ações do governo federal, restringindo a colaboração com agentes de imigração, além de fornecer assistência aos estudantes e combater abusos em contratos entre inquilinos e proprietários, por exemplo, de ameaças de deportação.

A primeira lei assinada foi a que concedeu à Califórnia o status de primeiro estado-santuário. "Essa ação protege a segurança pública e garante que os trabalhadores que contribuem para o nosso estado sejam respeitados", afirmou o governador.

Na prática, agora todo o estado -  não somente as cidades-santuário (Los Angeles, San Francisco, etc) - está limitando a cooperação das forças policiais locais com as autoridades federais de imigração. A Califórnia já concedia alguns benefícios.

As medidas aprovadas são complementares a outras leis importantes para os imigrantes, aprovadas anteriormente pelo governador Jerry Brown, entre elas o Califórnia Dream Act, que fornece ajuda financeira aos estudantes indocumentados para cursos superiores.

Da Agência Brasil

Leia mais...Cerca de 1,3 mil Bombeiros fazem o combate a seis grandes focos de incêndio neste domingo (8) em Portugal. Em alguns dos pontos, as chamas tiveram início na sexta-feira (6).

De acordo com as autoridades locais, os focos se concentram nas regiões central e norte do país. Estão sendo utilizados 170 veículos terrestres e três aéreos para combater as chamas. Seis aldeias foram evacuadas e três estradas foram tiveram que ser bloqueadas,

 Jorge Gomes, secretário de Administração Interna de Portugal, afirmou neste sábado (7) que ainda não é possível provar, mas acredita que boa parte dos incêndios tenha sido provocado por criminosos.

Os maiores focos estão nas cidades de Mortágua, ao norte de Coimbra, e em Alvaiázere, no centro de Portugal, locais onde trabalham cerca de 600 agentes. Mais três incêndios menores estão nos municípios de Bragança, Ribeira de Pena e Vila Nova de Paiva.

Portugal tem sofrido com incêndios nos últimos meses. Em 17 de junho, 65 pessoas morreram e outras 250 ficaram feridas depois que o fogo atingiu a região de Pampilha da Serra, em Pedrógão Grande.

Leia mais...Milhares de pessoas e reúnem neste domingo (8) em Barcelona em defesa da união da Espanha, a dois dias da plenária no parlamento da Catalunha, na qual não está descartada uma declação unilateral de independência.

Os manifestante percorreram as principais ruas do centro da cidade catalã aos gritos de "Basta! Recuperemos a sensatez", segurando bandeiras da Catalunha e da Espaha.

A ministra espanhola de Saúde, a catalã Dolors Montserrat, assegurou que o governo de Mariano Rajoy "não vai abandonar" nenhum catalão.

Algumas horas antes da manifestação, cerca de 400 pessoas se reuniram para agradecer as forças de segurança pela defesa da ordem constitucional no último dia 1º de outubro, data do referendo de independência da Catalunha que foi suspenso pela Justiça.

 

Leia mais...Seis pessoas morreram e outras 11 ficaram feridas em um deslizamento de terra no município de Tadó, no estado de Chocó, região nordeste da Colômbia.

De acordo com informações das autoridades locais, o acidente aconteceu em uma mina irregular que funcionava na região. O diretor da Cruz Vermelha colombiana afirmou que os operários que trabalhavam no local foram soterrados por uma “avalanche”.

Entre os mortos estão quatro mulheres e dois homens. Todas as vítimas foram retiradas do local por moradores e vizinhos à região, além de outros mineradores.  Autoridades informaram ainda que todos mortos eram trabalhadores ilegais.

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