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Leia mais...A reconstrução da Síria custará pelo menos US$ 250 bilhões, disse nesta segunda-feira (27) Staffan de Mistura, enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas para o país. Ele informou aos estados-membros do Conselho de Segurança da ONU que a guerra dos últimos seis anos obrigou metade da população síria a fugir das suas casas.

De Mistura disse acreditar que chegou o momento da verdade para o diálogo, falando dos preparativos para a oitava rodada do diálogo de paz entre as partes do conflito que devem começar esta terça-feira (28) em Genebra, com participação de uma delegação do governo da Síria e representantes da oposição.

A ação de "várias partes e as várias mudanças de agenda" estiveram entre os obstáculos para se obter um acordo nos últimos anos, disse o enviado especial da ONU. Segundo ele, continua real "o perigo de fragmentação da integridade territorial, da soberania e da independência" da Síria.

De Mistura falou ainda da atuação do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EI),  grupo terrorista que considerou o "maior e o mais rico da história. Os integrantes do EI vieram de mais de 100 países, praticando o uso da força contra civis numa escala horrível", argumentou.

Comboio recuou

Ele destacou a preocupação das Nações Unidas com a violência ocorrida nas últimas semanas na parte oriental da região síria de Ghoutha, após um comboio de várias agências da ONU e da Cruz Vermelha da Síria não ter conseguido entrar na localidade de Nashabieh. Estima-se que 400 mil pessoas vivam nessa área rural de Damasco.

Os confrontos obrigaram o comboio a recuar com alimentos, artigos de saúde e de nutrição para mais de 7 mil necessitados da região. De Mistura disse que a decisão foi tomada após a ocorrência de bombardeios e explosões, apesar de terem sido dadas garantias de passagem segura antes do deslocamento do comboio.

Da ONU News

Leia mais...A Justiça dos Estados Unidos determinou que as grandes companhias fabricantes de cigarro do país passem a veicular anúncios nas TVs, rádios e jornais com advertências sobre os riscos e os danos do fumo à saúde. A medida começou a ser cumprida nesse domingo (26), após 11 anos de disputa judicial nos quais as empresas de tabaco vinham recorrendo com recursos.

Após a decisão, empresas de cigarro começaram a cumprir a sentença nesse final de semana, com anúncios em 50 grandes jornais americanos, com advertências de uma página inteira. A Justiça determinou que eles terão de publicar a página ao menos cinco domingos por ano. Na TV, a decisão é que, durante um ano, sejam veiculados 260 anúncios nas maiores redes de TV aberta nacionais, como a ABC, a CBS e a NBS.

Os anúncios têm o foco na prevenção e visam alertar as pessoas para não começarem a fumar. É a primeira vez em 45 anos que as empresas tabagistas são obrigadas a veicular propaganda educativa na TV americana.

As mensagens alertam para os riscos do cigarro para os usuários. "Fumar mata, em média, 1.200 americanos, por dia", afirma o anúncio, que também destaca que o hábito provoca mais mortes no país do que assassinatos, uso de drogas, acidentes de carro e doenças como a aids.

Histórico

Em novembro de 2006, uma corte federal concluiu que as empresas produtoras de cigarro não estavam falando a verdade sobre os riscos do produto para os consumidores. Na época, a decisão judicial foi tomada a pedido do Departamento de Justiça, que em 1999 havia requerido que as empresas de cigarro destinassem recursos para tratar pessoas com doenças causadas pelo tabaco, como o câncer., como forma de "devolver" os recursos gastos pelo governo no tratamento dessas enfermidades.

Segundo as autoridades de saúde dos Estados Unidos, o cigarro é a principal causa de mortalidade no país. São 480 mil mortes por ano, apesar de a quantidade de fumantes no país estar em queda.Na década de 1960, 42% da população do país era fumante. Há dois anos, em 2015, o percentual registrado foi de 15%.

Da Agência Brasil

Leia mais...O secretário-geral da ONU, António Guterres, e o Conselho de Segurança das Nações Unidas condenaram de forma veemente o ataque realizado na última sexta-feira (24) numa mesquita na cidade de Bir al-Abed, no norte do Sinai, no Egito. O atentado deixou mais de 300 mortos e mais de uma centena de feridos. A informação é da ONU News.

Em nota emitida por seu vice-porta-voz, Farhan Haq, Guterres enviou "profundas condolências" ao governo e à população do Egito e desejou rápida recuperação aos feridos. Ele pediu que os responsáveis pelo ataque  sejam rapidamente levados à justiça.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas também condenou o "ataque terrorista hediondo e covarde" e reafirmou que o terrorismo em todas as suas formas e manifestações constitui uma das ameaças mais graves à paz e segurança internacionais.

Da ONU News

Leia mais...A vice-cônsul dos Estados Unidos no Rio de Janeiro, Stephanie Masland Bohen, recebeu alta médica neste sábado (25). Ela estava internada no Hospital Samaritano, em Botafogo, e, segundo os médicos, não corre risco de ficar com seqüelas em um pés. A polícia procura quatro suspeitos de participação no crime.

A diplomata e o marido, Jace Joseph Salas, foram vítimas de uma tentativa de assalto em Angra dos Reis, no sul do estado, na noite da última quinta-feira (23).

O casal parou o carro em que seguia no acostamento da Rodovia Rio-Santos, altura do quilômetros 489, para ajustar o GPS do veículo, um Fiat Palio. Nesse momento, apareceram dois homens do outro lado da pista, que vieram em direção ao veículo do casal.

Na tentativa de fuga, Stephanie foi atingida por um tiro em um dos pés. O marido nada sofreu. Eles ainda seguiram de carro até avistar uma patrulha da Polícia Rodoviária Federal, que encaminhou a vítima para o Hospital de Japuíba, em Angra dos Reis.

Depois de medicada,  e como necessitava ser operada, Stephanie foi transferida para o Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde foi feito o procedimento cirúrgico. O carro ficou com duas marcas de tiros: uma na lataria, na parte traseira, e outra que estilhaçou o vidro traseiro. A polícia investiga o caso e procura os suspeitos de participação no crime.

Da Agência Brasil

Leia mais...Amanhã (25), o edifício do Parlamento Europeu em Bruxelas vai ser iluminado com a cor laranja para assinalar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. A iniciativa da Organização das Nações Unidas, intitulada “Pinte o Mundo de Laranja” (Orange the World, em inglês), tem o intuito de simbolizar um futuro melhor e livre de violência para as mulheres e meninas.

Na Europa, uma em cada três mulheres já foi vítima de violência sexual ou física e 75% das trabalhadoras já passaram por alguma situação de assédio sexual no trabalho. Além disso, uma em cada dez mulheres já sofreram assédio sexual ou perseguições através das novas tecnologias, de acordo com um estudo de opinião feito pela agência da União Europeia (UE) para os direitos fundamentais. Só em 2015, a polícia registrou 215 mil crimes sexuais violentos na UE.

Este ano, o escândalo de Harvey Weinstein (produtor de Hollywood acusado por dezenas de mulheres de assédio sexual) têm feito com que milhares de mulheres recorram às redes sociais e denunciem assédios, agressões e violações que sofreram. Usando a hashtag #MeToo, a campanha ajuda a na conscientização da frequência e da gravidade destes crimes.

No mês passado, os eurodeputados debateram o tema e as medidas que devem ser implementadas contra o assédio e o abuso sexual na UE. Agora, por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, os eurodeputados organizaram um debate com representantes dos Estados-Membros para debater a ratificação e a monitorização da Convenção de Istambul.

Convenção de Instambul

A Convenção de Istambul do Conselho da Europa é um tratado internacional e o primeiro instrumento vinculativo que criminaliza a violência de gênero, prevê sanções e medidas para combater a impunidade, prevenir o crime e proteger as vítimas.

Apesar de ter entrado em vigor em agosto de 2014 e de todos os Estados-Membros da UE o terem assinado, nem todos o ratificaram até o momento.

A Convenção de Istambul garante que a cultura, o costume, a religião, a tradição ou a chamada "honra" não pode ser uma justificativa de qualquer ato de violência contra as mulheres.

Neste contexto, os eurodeputados solicitam aos Estados-Membros que adotem medidas para abordar novas formas de violência de gênero na internet e nas mídias sociais, incluindo a extorsão sexual, o voyeurismo e a pornografia vingativa; e proteger as vítimas, que sofrem graves traumas, chegando às vezes ao suicídio.

De acordo com o Parlamento Europeu, a negação de serviços de saúde e direitos sexuais e reprodutivos, incluindo o aborto seguro e legal, é uma forma de violência contra mulheres e meninas. Os deputados reiteraram, em sessão plenária este ano, que as mulheres e as meninas devem ter controle sobre seus corpos.

Dia Laranja

A ONU proclamou o dia 25 de cada mês como o Orange Day (Dia Laranja), um dia para agir pela conscientização e prevenção da violência contra mulheres e meninas.

Iniciada e liderada pela Rede UNiTE da Rede Global da Juventude, o Orange Day apela a ativistas, governos e parceiros da ONU para mobilizar pessoas e destacar questões relevantes para prevenir e acabar com a violência contra mulheres e meninas, não só uma vez por ano, em 25 de novembro (Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres), mas todos os meses.

Da Agência Brasil

Leia mais...Um atentado a uma mesquita sufista no Monte Sinai, no Egito, deixou 235 pessoas mortas na manhã desta sexta-feira (24).

De acordo com informações da televisão oficial egípcia, a mesquita fica localizada na cidade de Al Arish, na região nordeste do país.

Ainda segundo a imprensa local, os responsáveis pelo ataque colocaram explosivos de fabricação caseira ao redor da mesquita de Al Rauda, nos arredores de Al Arish. Os agressores detonaram os artefatos no momento em que os fieis saíam da oração. Os que conseguiram escapar foram mortos a tiros pelos extremistas.

O Ministério de Saúde do Egito subiu o alerta no serviço de resgate do país. Algumas ambulâncias que chegavam ao local após o atentado também teriam sido alvejadas pelos terroristas.

Os mais de 100 feridos foram encaminhados para hospitais de Al Arish e para a capital, Cairo. O presidente egípcio, Abdul Fatah al Sisi, está reunido com o Conselho de Defesa Nacional por causa do atentado em Al Rauda.

O presidente declarou três dias de luto oficial no país, e nenhum grupo terrorista reivindicou a autoria do atentado. Ainda não há informações sobre o paradeiro ou identificação dos extremistas.

 

Leia mais...A pista mais concreta sobre o submarino argentino que desapareceu na semana passada, com 44 pessoas a bordo, foi fornecida pela Organização do Tratado de Proibição Completa dos Ensaios Nucleares (OTPCE), com base em Viena, na Áustria. No dia 15 de novembro, duas estaçoes hidro-acústicas detectaram “um sinal incomum”, produzido três horas após a última comunicação da tripulação com a base e a 48 quilômetros do local onde o submarino estava.

As duas estações, que registraram um ruído “consistente com o de uma explosão debaixo da água”, ficam na ilha britânica de Ascenção, no Atlântico, e o arquipélago francês de Crozet, ao sul do Oceano Índico. Ambas formam parte de uma rede internacional, montada pelos membros da OTPCE, para monitorar a realização de testes nucleares que possam ameaçar a paz mundial.

As informações dessas estações foram cruzadas com outras, obtidas pela megaoperação de busca e resgate, da qual participam 12 países, além da Argentina. A conclusão, divulgada pela Marinha argentina nessa quinta-feira (23) de manhã, foi de que houve uma explosão no submarino. Navios e aviões foram mobilizados para buscar o ARA San Jose no local indicado pelos sensores, mas as esperanças de encontrar alguém com vida são pequenas. Um submarino só tem capacidade para armazenar oxigênio durante oito dias. Depois, precisa subir à superfície para renovar o ar – coisa que, tudo indica, não ocorreu.

"Foi uma explosão pequena. Não estou dizendo que o submarino explodiu totalmente. Mas, pela localização e a hora (da explosão), é possível que esteja relacionado ao submarino argentino", disse o secretário-geral da OTPCE, Lassina Zerbo. Em sua conta no Twitter e em entrevistas, ele respondeu às perguntas que muitos fizeram: por que tanta demora em associar um ruído, emitido no dia 15 de novembro, ao submarino, desaparecido no mesmo dia?

Zerbo explicou que, ao contrário do que muitos pensam, o fundo do mar não é silencioso, está cheio de ruídos. “Um volume enorme de dados foi examinado para obter as pistas do submarino perdido”, escreveu. “Milhares de sinais possíveis e sons tiveram que ser examinados, para descartar ruídos naturais (como os das baleias) e industriais”.

O embaixador argentino na Áustria, Rafael Grossi – que também é especialista em temas nucleares – explicou que recorreu à OTPCE porque sabia que a organização tinha os meios para detectar anomalias no fundo do mar. As estações dão sinal de alerta quando há uma atividade nuclear, mas – a pedido do governo argentino – foi realizada uma revisão dos dados coletados na semana passada. Com isso, identificou-se não apenas a explosão, mas também o local exato e a hora em que aconteceu: às 11h 51m (horário de Brasília), a 48 quilômetros ao norte do local onde o submarino estava, quando se comunicou com a base três horas antes.

Navios, aviões e até um mini-submarino norte-americano foram mobilizados para vasculhar a área, a 432 quilômetros da costa argentina, na altura do Golfo de São Jorge. Dependendo do local, a profundidade das águas pode variar entre 200 e 3 mil metros. “Estamos em uma corrida contra o tempo para salvar vidas", disse Zerbo que, a exemplo do porta-voz da Marinha argentina, Enrique Balbi, e de especialistas consultados pela imprensa argentina, não dão o episódio por encerrado até encontrar o submarino.

Algumas famílias dos 44 tripulantes ainda guardam alguma esperança e continuam na base naval de Mar del Plata, onde o submarino deveria ter chegado na segunda-feira (20). Do lado de fora, bandeiras, cartazes e correntes de orações, em solidariedade aos tripulantes desaparecidos. Afinal, ao longo dos últimos oito dias, houve vários alarmes falsos. Mas a “anomalia acústica”, detectada primeiro pelos Estados Unidos na quarta-feira (22) acabou sendo confirmada no dia seguinte pela OPTCE. Muitos reagiram com raiva e indignação à notícia, acusando o governo de ter escondido a verdade durante uma semana: nos primeiros dias, falavam em uma falha elétrica, e nunca numa explosão. 

A operação de busca do submarino reuniu países que, em outros tempos, jamais fariam uma patrulha conjunta. A começar pelo Reino Unido, que derrotou a Argentina na guerra de 1982 pela posse das Ilhas Malvinas. O território, considerado “em disputa” pelas Nações Unidas, ainda é reivindicado pelo governo argentino, que até recentemente tem denunciado a presença militar britânica no Atlântico Sul. Além do Reino Unido, da França e da Noruega, vizinhos (como Brasil, Chile, Uruguai e Peru), e potências antagônicas (Estados Unidos e Rússia) estão cooperando na busca do submarino.

O caso do ARA San Juan tem sido comparado com o desaparecimento do submarino russo Kursk, há 17 anos. Ele sofreu uma explosão no compartimento de armas, quando navegava no Oceano Ártico. Alguns dos tripulantes conseguiram se refugiar em um compartimento da embarcação e emitir sinais de socorro, durante 48 horas. Mas a Rússia – ao contrário da Argentina – demorou uma semana para aceitar ajuda internacional, para não revelar “segredos militares”. Na tragédia, morreram 118 pessoas. 

O submarino argentino não é nuclear – é movido por baterias elétricas e usado para patrulhar a costa e as atividades de navios de pesca piratas. O ARA San Juan foi construído nos anos 1980 na Alemanha e reformado em 2014 para ampliar sua vida útil por mais 30 anos.

Da Agência Brasil

Leia mais...O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje (23) o cronograma de implantação do bloqueio de novos terminais móveis irregulares. O bloqueio, que começará no dia 9 de maio de 2018, não afetará os terminais exclusivos para dados, porque, de acordo com a agência, não seria possível encaminhar as mensagens informativas aos aparelhos.

O projeto piloto será iniciado no Distrito Federal e em Goiás no dia 22 de fevereiro de 2018 com o envio de mensagens aos usuários de celulares irregulares. A medida vale para aparelhos conhecidos como piratas, que foram habilitados a partir de 22 de fevereiro nas duas unidades federativas.

O projeto tem por objetivo coibir o uso de telefones móveis não certificados pela Anatel, com IMEI (International Mobile Equipment Identity) adulterado, clonado ou outras formas de fraude. Participam do projeto, coordenado pela agência, a indústria e as empresas de telefonia móvel.

A decisão da Anatel prevê ainda que a interação com órgãos de defesa do consumidor e Ministério Público deve ser constante e anteceder a fase de encaminhamento de mensagens sobre adoção de medidas de restrição de uso de aparelhos irregulares.

A Procuradoria Federal Especializada da Anatel não identificou impedimento jurídico ao bloqueio apenas de novos aparelhos irregulares. Dados coletados pela Anatel demonstram que cerca de 1 milhão de novos aparelhos entram nas redes das prestadoras mensalmente.

IMEI

Cada celular tem um número de identificação único e global, chamado de IMEI, que equivale, por exemplo, ao número de chassis de um carro, ou seja, é único para cada aparelho celular.

O consumidor deve verificar, antes de comprar um aparelho celular, se o número que aparece na caixa, o número do adesivo e o número que aparece ao discar *#06# são os mesmos. Caso os números apresentados sejam diferentes, há uma grande chance de o aparelho ser irregular.

Da Agência Brasil

Leia mais...Cerca de 215 mil crimes sexuais violentos foram registrados pela polícia na União Europeia (UE) em 2015. Um terço deles, quase 80 mil, foram estupros e a maioria das vítimas é do sexto feminino. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (23) pelo Instituto de Estatísticas Europeu, o Eurostat. No próximo sábado – dia 25 de novembro – é Dia Internacional da Eliminação da Violência contra as Mulheres.

De acordo com a pesquisa, mais de 9 em cada 10 vítimas de estupro eram meninas e mulheres, enquanto quase todos os presos por estes crimes eram do sexo masculino (99%).

Em termos absolutos, a polícia da Inglaterra e do País de Gales registrou o maior número de infrações sexuais violentas (64.500, das quais 35.800, ou 55%, eram estupros).

Em seguida, aparece a Alemanha, com 34.300 crimes registrados, dos quais 7 mil eram estupros (20%). A França contabilizou 32.900 crimes sexuais, dos quais 13 mil eram estupros (40%). Em Portugal foram registrados 2.579 crimes sexuais, sendo 375 estupros.

Em relação à população de cada Estado-Membro, a Suécia registrou o número mais elevado de crimes sexuais violentos: 178 a cada 100 mil habitantes. Na sequência, aparecem a Escócia, com 163; a Irlanda do Norte, 156; a Inglaterra e País de Gales, com 113; e a Bélgica, com 91. Portugal registrou 24 crimes a cada 100 mil habitantes.

No entanto, o documento do Eurostat reforça que deve-se levar em conta que os dados não refletem necessariamente o número real de crimes sexuais violentos. Eles mostram apenas os crimes relatados e registrados pela polícia. Portanto, a variação entre os países também é influenciada pela conscientização geral e atitudes em relação a crimes de violência sexual.

Brasil

Uma pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pelo Fórum de Segurança Pública, revelou que no Brasil, em 2016, 503 mulheres sofreram algum tipo de agressão física a cada hora. As agressões verbais e morais, como xingamentos e humilhações, atingiram 22% da população feminina.

Ao longo do ano passado, 29% das mulheres passaram por algum tipo de violência, física ou moral. Entre as pretas (expressão usada pelo IBGE), o índice sobe para 32,5% e chega a 45% entre as jovens (de 16 a 24 anos).

Foram vítimas de ameaças com armas de fogo ou com facas 4% - 1,9 milhão de mulheres. Espancamentos e estrangulamentos vitimaram 3%, o que representa 1,4 milhão de mulheres, enquanto 257 mil, 1% do total, chegaram a ser baleadas.

Sobre as reações após a violência, 52% disseram não ter feito nada após a agressão, 13% procuraram ajuda da família, 12% buscaram apoio de amigos e 11% foram a uma delegacia da mulher. Entre as mais jovens (16 a 24 anos), o índice das que não fizeram nada após a agressão é de 59%.

Da Agência Brasil

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