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Foto: Reprodução/ Internet
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Os novos vistos exigem experiência profissional e maior conhecimento da língua inglesa, entre outros requisitos. Turnbull disse que os programas de migração devem estar orientados ao interesse nacional e garantir mais postos de trabalho para os australianos.

"Não vamos permitir mais que os vistos 457 se convertam em passaportes para trabalhos que poderiam e deveriam ser para australianos", disse Turnbull, em uma mensagem divulgada numa rede social.

"A Austrália é produto da imigração e o país multicultural com mais sucesso, porém, um fato persiste: os trabalhadores australianos devem ter prioridade de empregos na Austrália", afirmou.

O primeiro-ministro disse que a decisão foi tomada após uma análise minuciosa da situação e negou que fosse uma resposta a partidos de extrema direita, como One Nation.

Mais de 95 mil pessoas residiam na Austrália, em setembro de 2016, com este tipo de visto, segundo os últimos dados do departamento de Imigração. Um quarto dos detentores é da Índia, país com mais cidadãos com esta permissão, seguida pelo Reino Unido, com 19,5% e China, com 5,8%.

Da Agência Brasil

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