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Ao fundo, o hotel Mondalay Bay, de onde Steven Paddock se posicionou no 32º andar para atirar na multidão que assistia a um show de música country (Foto: NBC News)
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O que o mundo pode estar se perguntando nesta segunda-feira (2) é o que motivou o estadunidense Steven Paddock, de 64 anos, a atirar contra milhares de pessoas na noite de domingo (1º), por volta das 23h, hora local, em Las Vegas, nos Estados Unidos?

Em entrevista exclusiva à 730, o jornalista brasileiro Eduardo Meirelles, da Rádio Vox Brasil e do site Leia Aqui Brasil, direto da cidade de Boston, relatou que até familiares do atirador ficaram surpresos com o ocorrido.

“Familiares ficaram muito surpresos. Ele (Paddock) era um contador aposentado e, recentemente, gastou algo em torno de US$ 100 mil em um cassino. Ele era uma pessoa viciada em jogo”, ressalta.

Até a tarde desta segunda-feira, o número atualizado de mortos chegou a 58, além de mais de 500 feridos. Segundo Meirelles, tem sido difícil viver com tranquilidade nos Estados Unidos nos últimos tempos.

“A gente vive em constante estado de alerta, porque nunca se sabe de onde o perigo pode vir. Uma pessoa que não é considerada suspeita pode ser um terrorista, alguém que tenha uma segunda intenção. O Steven é norte-americano, branco, é um votante do partido republicano. As pessoas estão atônitas com essa situação. A questão é: o que foi que levou esse homem a cometer tal atrocidade?”, questiona o jornalista.

A tragédia de ontem (1º) superou a de Orlando, em junho de 2016, quando 49 pessoas foram mortas na boate Pulse, também por um atirador. No caso de Vegas, o homem que disparou contra a multidão não é estrangeiro, o que levanta um novo debate sobre a violência no país.

Ao longo do dia, o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria do massacre, mas a hipótese foi logo descartada pelo FBI. O jornalista também se o fato deste domingo coloca em discussão o porte de armas que, nos Estados Unidos, é legal.

“Desde o massacre na escola primária de Sandy Hook, o ex-presidente Barack Obama já vinha alertando o Senado e Congresso norte-americanos com respeito a esta questão do desarmamento e de controlar a venda de armas. É o caso do background check, que é checar o passado da pessoa e saber se ela está a apta ou não a adquirir uma arma”, comenta.

Ouça a entrevista na íntegra

Ouça a 730
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(62) 98400-1757