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Foto: Reprodução/ Internet
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A Polícia autônoma da Catalunha (Mossos d'Esquadra) intensificou neste domingo (20) os controles na fronteira de La Jonquera entre Espanha e França como parte do dispositivo para buscar Younes Abouyaaqoub, terrorista foragido após os atentados de Barcelona e Cambrils.

Os agentes seguem buscando Aboyaaqoub pelo vínculo com o atentado, mas ainda não puderam concretizar seu grau de participação nos ataques, informou a polícia catalã, encarregada da investigação dos atentados.

O reforço nos controles fronteiriços faz parte dos dispositivos de segurança desdobrados desde os atentados, como os que houve em Ripoll, na província de Girona, e Manlleu, na de Barcelona, em busca de Abouyaaqoub, segundo as fontes.

A mãe de Abouyaaqoud, que participou ontem em uma manifestação na praça da Câmara municipal de Ripoll em repulsa aos atentados, pediu a seu filho que se entregue à polícia, mas disse que não acreditava que ele era membro da célula terrorista.

Uma prima do foragido, Fátima Abouyaaqoud, disse ter certeza de que foi o ímã da localidade, Abdelbaki El Satty, quem manipulou seu primo e os outros jovens supostamente envolvidos nos atentados e os radicalizou.

Os investigadores revistaram ontem a casa do ímã em Ripoll em busca de indícios sobre os atentados e de provas que permitissem comprovar se o religioso, que está desaparecido, é uma das pessoas que morreu em uma casa de Alcanar (Tarragona) que explodiu no dia 16.

A casa era utilizada pela célula para preparar explosivos e nela foram encontrados os restos biológicos de três pessoas, segundo fontes da investigação, além de material explosivo utilizado habitualmente pelo terrorismo jihadista.

Por outro lado, os Mossos não descartam que o carro que na quinta-feira furou um controle policial em Barcelona e em cujo interior foi encontrado o corpo do dono esteja relacionado com os atentados terroristas da Catalunha.

Nos atentados perpetrados na quinta-feira passada em La Rambla de Barcelona e em Cambrils morreram 14 pessoas e mais de cem ficaram feridas.

Da Agência EFE

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