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Foto: Reprodução/ Internet
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A Coreia do Norte acusou nesta sexta-feira a agência de inteligência norte-americana (CIA) de tramar um plano para assassinar o líder do país, Kim Jong Un, em um ataque terrorista que envolveria substâncias bioquímicas.

A acusação, feita ontem pelo Ministério de Segurança do Estado e publicado em um artigo estranhamento comprido na agência estatal de notícias norte-coreana, reflete o estado deteriorado das relações entre Washington e Pyongyang.

A embaixada norte-americana em Seul não respondeu à reportagem. O governo sul-coreano, que o vizinho do norte acusa de agir como cúmplice, também não quis comentar o assunto.

Segundo a Coreia do Norte, agentes norte-americanos e sul-coreanos pagaram trabalhadores norte-coreanos que trabalham na Rússia para detonar uma bomba com substâncias "radioativas" e "nano venenosas" durante uma parada militar na capital do país. O esquema teria objetivo de atingir "o supremo líder" do país, diz o comunicado.

A Coreia do Norte envia centenas de trabalhadores ao exterior para arrecadar fundos para o regime todos os anos. Não se sabe como um deles poderia ter trazido uma bomba e chegado próximo o suficiente de Kim para detoná-la. No mês passados, o governo realizou uma parada militar com milhares de presentes.

Embora o regime acuse regularmente os EUA e a Coreia do Sul de tentar derrubá-lo, as acusações de hoje são poucos usuais, dado o número de detalhes ou sua especificidade. 

Da Agência Estado

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