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Com a chegada de Donald Trump ao poder, o viés militar republicano voltou ao debate nos Estados Unidos, após o teste com um míssil lançado pelo governo iraniano e recentes declarações do presidente Trump sobre o acordo nuclear com o Irã. Trump disse no Congresso que “não descarta a opção nuclear” se for necessário para manter os EUA em segurança.

Desde a campanha eleitoral Donald Trump tem defendido que os Estados Unidos devem investir em sua capacidade nuclear, numa direção contrária à adotada por Barack Obama, que defendeu abertamente a eliminação de armas nucleares do mundo. E, neste início de governo, Trump dá sinais de que pretende conduzir a política externa, pautada na segurança. Num dos seus primeiros atos no governo, ele encomendou ao Pentágono um plano de ação para destruir o grupo extremista Estado Islâmico (EI), com prazo para entrega de 30 dias.

Hoje (3) o secretário de Defesa americano, James Mattis, em sua primeira viagem internacional a Seul, na Coreia do Sul, afirmou que a resposta militar do país será “eficaz e arrasadora”, caso a Coreia do Norte utilize hipoteticamente uma arma nuclear contra os Estados Unidos e aliados.

Mattis se reuniu com o ministro da Defesa coreano, Han Minkoo, com quem tratou de detalhes sobre o porjeto de implantação de um sistema de defesa antimíssil norte-americano em território sul coreano ainda este ano.  Ambos os países estão atentos aos movimentos da Coreia do Norte que há poucas semanas informou ter realizado com sucesso testes com misseis nucleares de longo alcance.

Da Agência Brasil

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