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Sexta, 16/04/2010 16h19
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Danielly Sodré
Última atualização em Sexta, 16/04/2010 17:53h
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Lixo é transformado em brinquedos através da reciclagem (Foto:Divulgação)
Para quem não sabe o que fazer com as garrafas pet, caixas de leite, embalagens de iogurte e outros materiais descartáveis, propensos ao acúmulo de água, mesmo nos períodos de seca, a equipe do Núcleo de Educação em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde de Aparecida (SMS) informa que tem a solução e pode ensinar a aproveitar esses objetos em oficinas educativas realizadas nas escolas, igrejas ou associações.

A coordenadora da equipe, Ângela Fraga, explica que o reaproveitamento desses itens surgiu ao se depararem com a realidade do município. “O descartável é o maior problema que enfrentamos em Aparecida quando o assunto é dengue, então começamos a pensar no que fazer para eliminá-los das ruas, dos quintais das casas e dos comércios”, conta Ângela.

Surgiram então várias idéias de brinquedos e artesanatos que, além de ecologicamente corretos, ajudavam na tarefa de reduzir a quantidade de lixo nas ruas.

A iniciativa foi ganhando forma e adeptos. Hoje, o Núcleo de Educação em Saúde trabalha em três vertentes: as palestras educativas; a oficina de materiais reciclados; e o teatro de fantoches com bonecos confeccionados a partir dos objetos descartáveis.

Segundo Ângela, as oficinas funcionam muito bem em qualquer lugar. Nas escolas, especialmente, a técnica se torna eficaz pelo resultado imediato que possibilita. “As crianças querem ver os brinquedos prontos e conhecer todas as possibilidades dos objetos, que se transformam em bonecos de tampinhas, fantoches de garrafas pet, vai e vêm, carrinhos de caixinha de leite. Desenvolvemos até um modelo do Bob Esponja (personagem de desenho infantil)”, enumera Ângela. “Elas passam a olhar os descartáveis de outra forma, não apenas como lixo”, completa a coordenadora.

Já para atrair a atenção dos adultos, a oficina se volta para artigos de decoração e utensílios domésticos, como vasos de flores, porta papel higiênico, puxa saco, móbiles e mensageiros do amor ou dos sonhos.

“Trabalhamos para conscientizar as pessoas de que o que se pensa ser lixo pode ter uma função. Se você não está disposto a aproveitá-los, entregue para quem pode fazer isso ou simplesmente descarte de forma apropriada, não nas ruas”, ressalta Ângela.

Quem tiver interesse em levar a oficina, o teatro ou as palestras do núcleo para sua comunidade, ou ainda doar materiais descartáveis que não utiliza, pode entrar em contato com a própria coordenadora, Ângela Fraga, pelos telefones (62) 3283-1069 ou (62) 3283-1069.

 

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