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Imagem: Arthur Magalhães/Portal 730
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Após retornar à elite do Campeonato Goiano, o Rio Verde vive a expectativa de disputar uma partida pela primeira divisão do estadual depois de quatro anos. Se tudo correr bem, o jogo já tem data, adversário e horário marcados: dia 29 de janeiro, às 17 horas, contra o Crac. O problema é o local onde o duelo deve ser realizado. Na tabela da Federação Goiana de Futebol (FGF) ainda consta “a definir”.

E a bomba da vez é que o Ministério Público de Goiás (MP-GO), por meio do promotor de Justiça Márcio Lopes Toledo, propôs ação civil pública contra o Estado de Goiás e o Município de Rio Verde para que sejam oferecidas condições de segurança para aos frequentadores do estádio Mozart Veloso Campos, casa do Esporte Clube Rio Verde.

O promotor solicitou que as obras necessárias sejam promovidas com prazo de 30 dias para a apresentação do projeto e de 90 dias para a conclusão da reforma, respeitando as normas técnicas de segurança. A questão para o staff do Alviverde é que nesse período não deverão ser realizados nenhum tipo de evento no local, sob pena de multa R$ 100 mil por atividade irregular.

Por outro lado, o diretor de futebol Reino Alves afirma que a informação "não procede". Segundo o dirigente o estádio está interditado pela FGF para que possam ser feitas as correções solicitadas. “Trabalhamos em toque de mutirão. A pintura por dentro está pronta, faltam apenas as partes hidráulicas e elétricas, que acredito que antes do dia 18 já estarão prontas. Logo vai até rolar a bola em um amistoso no dia 22, provavelmente contra o Brasília”, comentou o diretor.

Essa não é a primeira vez que o Mozart Veloso Campos se torna pauta no MP-GO. No ano passado foi realizada a interdição parcial do estádio, mas, ainda assim, houve a disputa de um campeonato local, tendo sido registrado a ocupação total.

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