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Foto: Juliano Moreira / Rádio 730
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O presidente Ecival Martins completou um ano no comando do Vila Nova nesta semana. Ano que foi muito proveitoso para o clube, já que desde 2008  não brigava pelo acesso à elite do futebol brasileiro. Atualmente, o Tigre ocupa a 6ª colocação com 46 pontos e segue lutando pelo G4. Além de ter tido uma melhora no futebol, a administração financeira e técnica também melhoraram.

Mas talvez a maior conquista do presidente à frente do Tigre tenha acontecido nesta semana, já que o Vila Nova conseguiu ter o recurso acatado na justiça e derrubou a decisão que designou o clássico contra o Goiás, pelo returno da Série B, com as duas torcidas, mas com limite de oito mil torcedores para cada lado.

Assim, a partida será apenas com o torcedor colorado no Serra Dourada. Ecival Martins fez questão de ressaltar esta conquista e criticar a postura do Goiás, que tentou realizar o jogo com portões fechados, mesmo sendo o Vila Nova o mandante da partida.

 “O Vila Nova hoje tem dono, ninguém vai chegar dentro da nossa casa e mudar a situação. Respeito a instituição Goiás Esporte Clube, tem uma história no futebol goiano e brasileiro. Mas não respeito as pessoas que querem usar de falcatrua, influencia para tentar prejudicar o Vila. Isso aconteceu no primeiro julgamento onde fomos covardemente punidos. Perdemos dinheiro, perdemos dois jogos que caso tivesse a torcida seria diferente, e agora, em outro clássico, tentaram de todas as formas colocar portões fechados. Somos humildes, mas aqui não tem ninguém que baba. Agimos de forma correta respeitando todo mundo. Não vou aceitar mais influência para prejudicar o Vila Nova porque o que aconteceu nos últimos dias foi vergonhoso”, afirmou.

Ecival lembrou que quem entrou com o pedido para o clássico ser com torcida única foi o Ministério Público e não o clube.

“Fomos duramente bombardeados, tentaram vir com situações tentando levar o Vila a ser punido por uma situação que não procuramos. Tentaram de todas as formas nos prejudicar, não fomos nós que solicitamos torcida única. Simplesmente fizemos fazer valer o direito que está no regulamento da competição. Não estou feliz com esta situação de torcida única, financeiramente seria mais interessante para o Vila Nova. Quem perdeu foi o futebol goiano, mas o Vila não é culpado desta situação. Já insisti para a organizada parar com isso ou então alguém parar elas”, destacou.

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