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Foto: Rosiron Rodrigues/GEC
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O Goiás estreou no Campeonato Goiano da melhor forma possível, com uma vitória fora de casa contra um adversário que vai lutar para estar entre os quatro times que disputarão as semifinais da competição. Porém, nada melhor do que começar uma sequência de vitórias com um triunfo sobre seu maior rival logo na segunda rodada e é esse o objetivo do time esmeraldino que enfrenta o Vila Nova domingo (21), no Estádio Olímpico.

 

“Por ser um clássico, é um jogo difícil e de detalhes, assim como foi no ano passado e esperamos que esses detalhes possam vir a nosso favor. Espero que a gente possa conseguir uma sequência positiva logo agora no começo da competição porque é um campeonato curto. Falávamos em 18 decisões, ganhamos uma, agora faltam 17 e cada jogo será encarado como uma final dentro do Goiás”, afirma o goleiro Marcelo Rangel.

Olímpico ou Serra Dourada?

Por conta da reforma do gramado do Serra Dourada, o clássico irá acontecer no Olímpico, estádio da Avenida Paranaíba, gerando muita polêmica entre os torcedores. Para Rangel, por ser torcida única, para o Goiás seria melhor um estádio com uma capacidade maior.

“São dois bons estádios. Por ser um clássico, eu particularmente acho que no Serra Dourada seria melhor para nós, já que o mando de campo é do Goiás e poderia receber um público maior. Mas já que é no Olímpico, que também é um bom estádio, com um gramado bom, espero que a nossa torcida possa lotar as arquibancadas e nos empurrar durante a partida. Estamos cientes que é um clássico, um jogo difícil, mas esperamos começar com o ‘pé direito’ no primeiro clássico do ano”, ressalta o camisa 1.

Especialista em pênaltis

E se para vencer um clássico o time precisa de jogadores que decidam, o do Goiás certamente é Marcelo Rangel. Desde que chegou a Goiânia, o goleiro já teve contra si 17 pênaltis, tendo defendido nove cobranças. Só no ano passado, foram oito defesas em 15 pênaltis batidos contra sua meta, o que vem colocando Marcelo como especialista neste quesito.

“É o trabalho que desenvolve todas as qualidades que um goleiro pode ter. Nas categorias de base, todas as decisões por pênalti eu fui feliz e no profissional também, fui feliz e pude pegar algumas cobranças. Mas, com certeza, o ano que mais me marcou foi o ano passado, onde tive foi um aproveitamento muito bom”, explica Rangel.

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