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Foto: Assessoria GEC
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O Goiás vem sofrendo não só dentro, mas também fora de campo. O time esmeraldino só não entrou no Z-4 nessa rodada por conta de outros resultados que o beneficiaram. No último sábado, após o novo presidente Marcelo Almeida confirmar a efetivação de Silvio Criciúma, um grupo de jogadores invadiram o CT Edmo Pinheiro e vandalizaram todo o local.

Sílvio Criciúma vai comandar o Goiás pela terceira vez este ano. A primeira foi após a saída de Gilson Kleina, ainda no primeiro semestre, onde conquistou o título do Campeonato Goiano. Na Série B, ele comandou o Goiás em 11 rodadas, sendo cinco vitórias e seis derrotas e volta agora com o clube sob muita pressão. O treinador foi quem concedeu a coletiva nesta segunda-feira  e falou sobre a pressão que os jogadores terão após o recente episódio da invasão no CT.

"Alguns atletas já viveram essa situação de pressão em outros clubes. O mesmo eu já tive quando sai do aeroporto pelo ônibus do lado. Quem não viveu, ainda vai viver, é uma situação lamentável para o futebol, ainda que existam essas situações e está existindo. O Inter teve pressão, o Figueirense, o São Paulo e coincidentemente a torcida abraçou na sequência. E ainda tenho essa expectativa, que após cobrança, a torcida abrace a equipe em um momento difícil de uma expectativa muito grande de primeiras colocações que não estão acontecendo, mas que depois de uma cobrança, também venha o apoio", afirmou.

Com a renúncia de Sérgio Rassi, o vice Marcelo Almeida assumiu a presidência do Goiás e falou sobre um plano emergencial para evitar o descenso da equipe para a Série C. O técnico Sílvio Criciúma se encaixa no perfil do novo presidente.

"Primeiramente eu vou torcer muito pelo impacto em uma sequência de vitórias inicial, para dar uma respirada dentro da competição. E é uma regularidade que o Goiás não conseguiu. O Goiás esteve uma vez dentro do G4, mas não estava preparado para aquele momento e agora ficou bem distante e essa situação pode ser revertida com uma sequência de vitórias. Mas a gente tem que viver o dia. Até o dia 6 são alguns dias de treinamento, de equilíbrio. Os atletas estão um pouco sentidos, lamentando o ocorrido, da forma que o torcedor pressionou e pode ter certeza que eles estão fazendo o melhor deles e não estão conseguindo", finalizou.

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