Atlético Goianiensebrasao-goias-3Vila Nova
appleandroidtwitterfacebookyoutubeinsta-bordaemail

Foto: Assessoria GEC
marcelo almeida
Neste sábado (26), o repórter André Rodrigues trouxe a informação que cerca de 50 torcedores invadiram o CT Edmo Pinheiro, no Parque Anhanguera. No local, os invasores agrediram o zagueiro Bruno Aguiar, que fazia tratamento, e quebraram o carro do jogador. O veículo tem o valor estimado em R$ 180 mil reais. O grupo destruiu o departamento médico do clube. Eles entram pela a parte de baixo do Edmo Pinheiro e chegaram a Casa do Atleta, onde as vidraças foram quebradas. Ao entrar no vestiário, os torcedores destruíram o local, quebrando a academia, departamento médico e rouparia.  

O presidente do clube, Marcelo Almeida, assumiu o Goiás nesta sexta-feira e já no sábado teve que deparar com a invasão de torcedores no CT. Com isso, o clube contratou uma empresa de segurança para vigiar as dependências do Goiás, quanto a Serrinha, quanto o CT. Em entrevista ao repórter André Rodrigues o presidente falou sobre essas novas medidas para a segurança do clube.    

Confira a entrevista exclusiva para o programa Hora do Esporte;  

Como você viu a invasão no CT Edmo Pinheiro neste sábado?  

- Eu assumi a presidência na sexta e já no sábado tive essa surpresa desagradável. Temendo que esse medo pudesse abalar alguns jogadores, convoquei um grande número do estafe do Goiás para nós reunirmos ontem de manhã. Expus para eles a questão da segurança e hoje pela manhã contratamos uma empresa para propiciar essa segurança em todas as unidades do Goiás. Hoje o CT está muito seguro. Contratamos uma empresa especializada nisso é com segurança armada no CT e na Serrinha. Como se tratava de uma questão emergencial o meu foco foi esse. Hoje pela manhã eu chamei os atletas e repassei todas essas questões que fizemos. O doutro Gilberto estava aqui passando para os jogadores tranquilidade e que isso é uma situação passageira. E disse que daqui para frente não vai faltará cobranças.  

Algum jogador pediu para deixar o Goiás?  

- Ninguém me pediu para sair. Eu apenas ouvi que poderia haver algum receio de alguns atletas. Temendo que isso repercutisse futuramente eu me reuni com os jogadores mostrando todas as decisões que tivemos e mostrando todo o aparato de proteção para todos eles. Oficialmente ninguém me procurou ainda. 

Qual foi o prejuízo que o Goiás teve em relação ao episódio de sábado?  

- Pedimos para a parte administrativa fizesse uma avaliação minuciosa e acredito que até o final da semana teremos esses números.  

Essa situação de insatisfação foi passada para o técnico Sílvio Criciúma? 

- Venho conversando com ele desde o primeiro momento. Nesses últimos três dias eu conversei muito com Sílvio. Quando ele chegou em São Paulo conversei umas duas horas com ele e me mostrou que o Silvio sabe detalhes de cada atleta, ele sabe como cada atleta está. Isso para mim foi uma avaliação muito interessante, pelo fato de vez me provar que não estou equivocado em ter trago o Sílvio. 

Ouça a 730
apple android
(62) 98400-1757