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Foto: Divulgação
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O afastamento de jogadores do elenco principal do Goiás foi assunto dessa segunda-feira (7). Após a derrota para o Oeste e o incidente acontecido com o atacante Léo Gamalho (clique aqui para mais informações sobre o caso), a diretoria resolveu afastar sete jogadores, deixando os treinar separadamente do restante do elenco que disputa a Série B do Brasileiro.

Titular em dezoito dos dezenove jogos da equipe esmeraldina no Campeonato Brasileiro, o zagueiro Alex Alves em coletiva respondeu sobre a divisão de grupos que aconteceu no elenco do Goiás.

“A gente teve um primeiro turno muito ruim dentro da competição e atitudes foram tomadas. Acho que não cabe a mim estar aqui para justificar alguma coisa. Acho que amanhã o Osmar vai dar uma coletiva explicando a situação. Nosso pensamento no grupo é trabalhar, porque temos que fazer desse segundo turno para a gente, um novo campeonato” , afirmou.

O zagueiro Alex Alves sabe que a campanha do Goiás nesse primeiro turno foi abaixo do esperado e que esse afastamento serve de lição para que outros jogadores fiquem ligados no segundo turno que se iniciará. Disse também sobre o grupo estar focado em trabalhar e que deixa as explicações para quem cuida dessa área, a comissão técnica.

“As coisas não estão legais. Não foi um começo de campeonato legal. Temos que conversar entre nós jogadores também, porque a gente sabe que muita coisa tem que ser mudada e a gente tem que reagir logo dentro da competição”, destacou.

O Goiás jogará sábado (12) diante do Figueirense, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis. Perguntado sobre as mudanças que a equipe deve ter nesse segundo turno, Alex Alves respondeu.

“É esquecer o primeiro turno e fazer do segundo turno uma nova competição. E é isso que vamos fazer. Mudarmos a atitude, e que dentro das partidas, vamos procurar dar sempre o nosso máximo, para que as coisas venham a acontecer", disse.

O atacante Léo Gamalho que teve seu carro vandalizado após a derrota na última rodada, também foi assunto na coletiva. Perguntado sobre a insegurança que a torcida passa com esse tipo de atitude, o zagueiro disse.

“A gente entende a revolta da torcida, que eles estão chateados. Entendemos a cobrança, que não vínhamos fazendo uma grande competição. Mas a partir do ponto que começa a violência, a gente fica um pouco chateado sim. Mas cabe a nós converter esse quadro e trazer o torcedor para o nosso lado. E isso só vai acontecer com vitórias, com entrega, com determinação, com os três pontos e a gente vai procurar buscar a cada jogo”, finalizou.

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