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Foto: Divulgação
sergiorassi dezembro
Além de polemizar ao dizer que o maior adversário do Goiás é o próprio clube esmeraldino, o presidente do Goiás, Sergio Rassi, abordou grandes assuntos ao ser entrevistado pelo repórter André Rodrigues, da Rádio 730. O mandatário lembrou a dificuldade que viveu quando assumiu a presidência do clube e citou a época das “vacas magras”. 

“(O adversário do clube) É o próprio Goiás. É uma coisa tão complexa. Estou há três anos no clube e mesmo nos dois primeiros, que foram anos de vacas magras, foi uma época horrível. Juntamente com o Paulinho e o Sr. Hailé, só a gente sabe quão difícil era. E depois desses dois anos, quando tivemos uma “folga”, as coisas não aconteceram. E não aconteceu por culpa do próprio Goiás”, afirma. 

O clube esmeraldino passou por uma grande 'desilusão' em 2016, ao não conseguir o sonhado acesso à primeira divisão do futebol nacional. Vale lembrar que até boa parte do competição, o Goiás brigou para não ser rebaixado à terceira divisão. No segundo semestre, a direção da equipe precisou investir pesado para evitar que o pior acontecesse. 

“Um grupo que parecia ser bom e de bons valores, com o melhor treinador que tinha passado pelo Goiás e com um gestor de futebol que se você ouvi-lo, se encanta. Mas nada deu certo. A criação de grupinhos, falta de união no grupo, preciosismo, fofoca e outros mais. Por isso, posso dizer que o maior adversário do Goiás é o próprio Goiás. Sem desfazer dos outros, mas você (André Rodrigues) me perguntou quem era o maior (adversário). Se estivermos com a casa arrumada, tudo organizado, não vou dizer que seremos imbatíveis, mas seremos dificilmente derrotados”. 

Rassi, que se mostrou bem dedicado após seu período de “folga”, explicou como estão tratados os novos jogadores esmeraldinos. O presidente também fez um apelo à torcida, para que cobrem resultados dos jogadores, já que Rassi não pode "colocar uma chuteira e entrar em campo". 

“Pagamento em dia e até mesmo adiantado. Acontece de jogador chegar aqui sem receber há 3 meses de seu clube anterior e até isso nós fazemos. Agora, nós não colocamos chuteira e entramos em campo. Vestimos os uniformes da diretoria e o mínimo que peço aos atletas é que tenho muita confiança neles. Peço que a torcida exija dos jogadores. São eles que jogam bola. Financeiramente, hoje, ninguém passa a mão no Goiás”, ressalta.

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