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(Imagem: Reprodução/GEC)
caixa e goias
O que era “certo”, como "garantiu" o vice-presidente Junior Vieira no final do ano passado, se tornou um impasse que pode terminar com o fim de um contrato de patrocínio para o Goiás. A renovação contratual com a Caixa Econômica Federal pode não ser assinada. O motivo? O valor oferecido (mensal) pela estatal é menor do que foi pago durante os últimos cinco meses de 2016.

No ano passado o Alviverde recebeu em torno de R$ 300 mil mensais. Segundo apurou o repórter André Rodrigues, da Rádio 730, a oferta de renovação da Caixa Econômica Federal foi abaixo deste montante, considerando o pagamento mensal. A diretoria esmeraldina já entregou ao banco uma contraposta com valor superior e aguarda resposta da estatal.

E caso a negociação com a Caixa Econômica Federal não avance, o Goiás não deve aceitar a renovação e pode acertar com outro banco que já realizou uma oferta à diretoria do Alviverde com valor mensal de R$ 300 mil, por mês. O impasse na renovação não é restrito ao time esmeraldino, segundo o repórter André Rodrigues, outros clubes passam pela mesma situação.

A novidade

No próximo dia 25 de janeiro, durante a reinauguração da concentração na Serrinha, a direção esmeraldina vai apresentar para os conselheiros do Alviverde o projeto da construção da Arena do Goiás. O clube segue buscando parceiros para viabilizar financeiramente o projeto, que está sendo criado pelo consagrado arquiteto e urbanista Edo Rocha, responsável pelo retrofit da Allianz Parque - casa do Palmeiras.

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