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adson batistaHá um ano o Atlético estreava no estádio Olímpico. Naquele dia marcante na história da equipe rubro-negra, Jorginho marcou o primeiro gol do estádio levando seus torcedores ao delírio. O que poderia ter saído melhor com uma vitória, Fernando Viana do Joinville empatou aos 49 do segundo tempo, mas nem isso fez com que a festa rubro-negra diminuísse, já que eles voltariam a ter um estádio para mandar seus jogos e no ano do título da Série B.

Mas ao contrário do ano passado, o Olímpico não representa mais a mesma força do clube que antes dominava seus jogos em casa. Sendo nesse segundo turno, uma vitória, um empate e uma derrota jogando no estádio. Nosso repórter Arthur Magalhães falou com exclusividade com o diretor do Atlético Adson Batista, que comentou sobre os acontecimentos pós-inauguração do estádio.

"Muita coisa boa. Mas esse ano não está tão bom. Só que isso não existe, o Olímpico tem as mesmas medidas de todos os estádios que jogamos. Então não tem nada a ver, não acredito em superstição. Acredito em Deus, em trabalho e em qualidade profissional. Então é nisso que temos que nos apegar e o Olímpico é muito importante para o Atlético, um estádio moderno, fantástico e que vem para contribuir muito para o estado de Goiás"

Confira o restante da entrevista de Arthur com Adson Batista:

O Olímpico é a cara do Atlético?

O Olímpico é uma região praticamente de Campinas. Então é uma região dos atleticanos e se sentem bem lá, ainda mais com uma estrutura muito boa, um estádio moderno e que tem conforto para o torcedor. Quase todo ele coberto a maior parte. Então, somos muito bem atendidos pela diretoria da Agetop e temos um ambiente muito favorável.

O que o Atlético fez a decidir que o Olímpico seria a nova casa dele em 2016?

- Por entender que hoje cada dia mais você tem que entender que o torcedor tem que estar mais próximo de você e o Olímpico dá essa possibilidade. Por ser um estádio moderno e estar localizado próximo à região do Atlético, em Campinas. Então tudo isso favoreceu. O Atlético foi muito feliz no ano passado e esses ao não estão indo bem, mas totalmente por nossos erros e nada pelo estádio.

Existe alguma chance do Atlético tentar entrar na briga para administrar estádio Olímpico?

- Não é nem hora de discutir isso. O Atlético tem um modelo de administração muito sério e profissional. Lógico que se isso um dia ocorrer, o Atlético vai estar sempre pronto para buscar fazer o melhor e cuidar bem do patrimônio do estado. Vejo agora que o estádio está bem administrado, então não vejo probabilidade nenhuma de pensarmos nessa situação.

Nas próximas duas partidas do Atlético, vocês recebem Palmeiras e Vasco.  Até por questões de segurança, existe a possibilidade de esses jogos não serem no Olímpico?

- Não. Nós não pensamos nisso de maneira nenhuma. Evidente que o Serra Dourada é um estádio muito importante para o Atlético. E nós temos a sorte de termos dois estádios fantásticos aqui no estado. São jogos grandes como alguns que já fizemos lá. Então são situações que nós não avaliamos ainda e nem pensamos nisso porque o Olímpico nos atende muito bem. Em um jogo maior faremos uma divisão diferente. Então é dentro disso que esperamos para naturalmente fazermos com que o Atlético possa ser forte dentro de casa.

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