Atlético Goianiensebrasao-goias-3Vila Nova
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Arte: Divulgação
atletico escudo
O ano de 2017 tinha tudo para ser um dos mais inesquecíveis para o torcedor atleticano. Após conquistar o inédito título do Campeonato Brasileiro da Série B 2016 e, consequentemente, conseguir o acesso à Série A após quatro anos, tudo se caminhava para que o desfecho deste sonho fosse o melhor possível. Mas o futebol surpreende e a torcida rubro-negra vem vivendo um verdadeiro pesadelo até aqui.

Após a temporada 2016, o Dragão perdeu grande parte de seus jogadores e a diretoria teve que remontar a base da equipe, tarefa que não foi fácil para o orçamento apertado do time. O diretor de futebol e vice-presidente executivo, Adson Batista, montou um grupo para o Campeonato Goiano que decepcionou e as peças que trouxe até agora para a Série A não estão conseguindo corresponder.

A campanha do Atlético até aqui na Série A não podia ser pior. O time rubro-negro é o lanterna com apenas 9 pontos conquistados de 48 possíveis em 16 rodadas. O aproveitamento pífio do Atlético até agora no Brasileirão é 10% menor que o aproveitamento que rebaixou o time rubro-negro para a Série B em 2012. Na ocasião, o Dragão terminou a competição com 27, 2% na penúltima colocação.

Se pegarmos estes dois campeonatos (2012 e 2016) como parâmetro, os primeiros times fora da zona de rebaixamento escaparam da Série B com 45 pontos, 35 a mais que o Atlético tem hoje. Sendo assim, com 66 pontos ainda em disputa, o rubro-negro teria que conquistar pelo menos 54,5% deles, ou seja, 12 vitórias em 22 partidas. O aproveitamento teria que crescer milagrosos 37%.

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