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(Imagem: Reprodução/ACG)
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Pode até não ter sido unânime, mas muitos torcedores do Atlético Goianiense ficaram preocupados durante a última temporada quando o goleiro Márcio anunciou sua saída da equipe, que ele defendeu durante 10 anos e por mais 500 partidas. Para substituir o ídolo, três arqueiros: Marcão, Kléver e Felipe Garcia. O primeiro assumiu a responsabilidade após lesão do ex-camisa 1, no começo da Série B, mas após a oficialização do desligamento de Márcio, foi a vez de Kléver lutar pela titularidade do Dragão, que além de concluída chegou com o carinho dos torcedores atleticanos.

“Estou muito feliz por tudo que vem acontecendo, é um momento especial, mas sei a responsabilidade que carregamos por isso. Ano passado foi muito especial, por tudo que aconteceu. Só que no futebol o que importa é o hoje. Tudo o que aconteceu foi bom, foi excelente, mas tenho que pensar em sempre fazer bons jogos, buscar crescer e evoluir”, declarou Kléver.

O goleiro em um papo especial com o repórter Pedro Henrique Geninho, da Rádio 730, fez questão de elogiar um dos profissionais com quem ele mais tem contato no Atlético. “O Medeiros (preparador de goleiros do Atlético) é um cara que não tenho palavras pra agradecer. Estamos juntos desde o ano passado, trabalhando muito. Ele me passa toda sua experiência e qualidade. Um forte exemplo disso foi no ano passado, onde todo os goleiros da equipe jogaram e foram bem. Isso não é à toa, não é por acaso, se deve ao Medeiros, a gente vê a importância dele”, revelou.

Medeiros, mais conhecido como Nonô, chegou ao Dragão em 2006. Deixou o clube atleticano em duas oportunidades, mas retornou, e está no clube há quase oito anos. Ele (Medeiros) explicou um pouco sobre sua maneira de trabalhar, onde assume ser “chato”, mas se considera um “paizão” para os goleiros do Atlético.

“Sou metódico, acredito que tenho que ser dessa maneira, mas também sou um paizão. Digo que trato os goleiros como meus filhos, quero o bem deles, como quero dos meus filhos. Faz parte ser chato, mas também dar um abraço e moral”, explicou Nonô.

O preparador de goleiros relembrou que encontrar um substituto para o arqueiro Márcio, que após se desligar anunciou a ida para o rival Goiás, não foi fácil, mas todos tiveram a oportunidade de mostrar trabalho.

“Foi uma responsabilidade muito grande, sabemos de toda a história do Márcio no Atlético, mas nós acreditamos (no Kléver). Preparamos os goleiros para que quem jogar, seja o melhor e não foi diferente, preparamos os três (Kléver, Marcão e Felipe). Cada um fez os seus jogos na sua maneira e o Kléver acabou conquista a condição de titular”, explicou.

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