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(Imagem: Joelton Godoy)
jorginho joelton godoy
Como antecipado pelo repórter Pedro Henrique Geninho, da Rádio 730, o meio-campista Jorginho assinou novo vínculo com o Atlético. Ele fica por mais duas temporadas. Oriundo da base do rival Vila Nova, o jogador foi contratado pelo time atleticano em 2013, após acionar a Justiça Trabalhista, onde solicitou a rescisão de contrato com o clube colorado por ter salários atrasados e férias vencidas - ele teve uma rápida passagem pela Coreia do Sul, onde não se adaptou, retornando ao Atlético em 2015.

Desde que vestiu o manto rubro-negro, Jorginho se destacou pela qualidade com a bola nos pés, e, mesmo quando foi contestado pela torcida, respondeu em campo alcançando uma regularidade no decorrer das temporadas. O que ele espera repetir em 2017.

“Fiquei muito feliz pela renovação. O Atlético foi o clube que abriu as portas para eu poder desempenhar um bom futebol, além de me fornecer todo suporte e condições de trabalho. Me sinto em casa e espero corresponder essa confiança dentro de campo. Vou continuar sendo um cara que trabalha e sempre deseja vencer”, declarou Jorginho, após a derrota para o Gama-DF, no último dia 14.

O meia confirmou que clubes da Série A procuraram seu empresário, mas o representante não revelou quais eram essas equipes. Indo para sua quinta temporada, Jorginho vestiu as cores do Atlético em 154 partidas oficiais, onde balançou as redes adversárias 23 vezes. Mas se depender da sua vontade e considerado que o jogador está prestes a ser pai pela primeira vez, esses números devem crescer.

“Agora tudo tem que ser dobrado. Preciso fazer mais gols e distribuir mais assistências. Será um ano que vai mudar minha vida, profissionalmente e pessoal”, comentou.

Adson Batista explicou que negociar a renovação não foi difícil. “O Jorginho gosta do Atlético, é muito querido por todos aqui. É um craque e vamos, juntos, trabalhar para alcançar um retorno”, declarou Adson Batista, que destacou que a multa rescisória continua fixada no valor de R$ 40 milhões para negociações dentro do futebol brasileiro. E US$ 20 milhões para negociações com equipes do exterior.

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