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Presidenta do Sintego, Iêda Leal, discursa (Foto:Sintego)
Professores da Rede Municipal de Educação paralisaram por tempo indeterminado as atividades para cobrar do poder público o retorno da discussão do projeto de lei nº 17/2010, na Câmara Municipal de Goiânia que implantaria o piso salarial profissional nacional para os professores. A proposta foi encaminhada ao à Câmara pelo ex-prefeito, Iris Rezende.

Foi apresentada uma proposta de salário de R$ 1.312. No entanto, alguns vereadores incluíram emendas alterando o projeto, que foi retirado de pauta por solicitação do atual prefeito Paulo Garcia para análise técnica.

 

O fato desagradou os professores, que decidiram em Assembléia nesta quinta-feira, 20, entrar em greve por tempo indeterminado.  “O objetivo é discutir a questão do piso e também outros problemas na rede, como o plano de carreira dos administrativos”, informou a presidenta do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Goiás (Sintego) Iêda Leal.

O professor Adolfo Garcia acredita que é importante manter as conversações com o poder público durante o período de greve, para que a situação seja resolvida. “A gente queria uma linha de diálogo e agora estamos no aguardo e acho que foi tomada a melhor decisão, que é dialogar com a categoria”, disse.

Na próxima terça-feira, às 10 h, os secretários de finanças: Dário Campos, de Governo: Osmar Magalhães e a Secretária de Educação: Márcia Carvalho, irão apresentar uma contraproposta para os professores que inclusive, farão uma comissão para participar da reunião com o objetivo de chegar a um ponto comum.