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Banco destruído em praça da capital. Foto: Comurg
O século XXI ainda carrega vários resquícios indesejáveis de épocas passadas, um deles é o vandalismo urbano. Uma parte do dinheiro público, que escapa da corrupção e dos maus investimentos do poder público, acaba não sendo destinada para novas obras e, sim, para reparar algumas já existentes, mas que foram depredadas por vândalos.

A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) estima que gastou aproximadamente R$ 1 milhão para recuperar espaços, equipamentos e bens públicos destruídos pela população ao longo do ano. Em 2013, os prejuízos já chegam a R$ 270 mil.
De acordo com o órgão, as denúncias são inúmeras. Há todo tipo de vandalismo: roubo de placas, fios de cobre, lâmpadas e danificação de bancos, de brinquedos, estátuas e jardins.

O presidente da Comurg, Paulo de Tarso, pede a colaboração da população para a conservação dos bens públicos. “A impressão que nós temos é que as pessoas desconhecem que esses bens lhes pertencem. Eles são construídos com o dinheiro de todos. Nós temos um prejuízo muito grande por causa do vandalismo,” diz.

O cidadão que quiser fazer alguma denúncia de vandalismo pode ligar para o telefone da Comurg no número 3524 8555.