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Leia mais...A Comissão Mista anulou todas as apreciações e votações de projetos realizadas em reunião na tarde desta reunião desta terça-feira (14). Tradicionalmente marcada pela dificuldade em conseguir quórum para ser aberta e realizar votações, a Comissão Mista sofre ainda mais nos últimos dias, diante da ausência de deputados da base aliada por conta de insatisfações pelo não cumprimento de emendas parlamentares.

A anulação dos atos foi decisão necessária ao presidente da Comissão, deputado Álvaro Guimarães (PR), já que foi verificado que o deputado Gustavo Sebba (PSDB) teve presença registrada no painel, mas não pisou na Assembleia Legislativa em todo o dia. A possível fraude foi primeiramente observada pelo deputado Humberto Aidar (PT), quando da votação do projeto de lei do governo que prorroga o prazo do Programa Estadual de Renegociação de Dívidas (Refaz).

Depois de algumas tentativas de garantir o quórum, o painel passou a registrar 17 presenças, incluindo a de Gustavo, que é justamente o número mínimo para que votações sejam possíveis. O primeiro a alertar para a possível fraude foi Humberto, que sabia da ausência do colega e percebeu que efetivamente havia apenas 16 deputados na reunião. “Cadê o deputado Gustavo Sebba? Se ele não está na Casa e a presença foi confirmada é preciso investigar. Isso é grave e beira as raias do absurdo”.

O alerta fez com que Álvaro determinasse de pronto a anulação dos atos e determinou investigação rígida sobre o fato. Vários deputados pediram a palavra para condenar a possível fraude, como Santana Gomes (PSL), Mané de Oliveira (PSDB) e Major Araújo (PRP).

“Está determinado aqui que o registro foi feito no terminal número 30. Pronto. Agora é só pegar o horário em que a presença foi registrada e comparar com as imagens gravadas da reunião para descobrirmos quem registrou”, definiu o deputado Henrique Arantes (PTB). Logo depois do direcionamento, a reunião foi encerrada e novo capítulo da investigação está marcado para nova reunião, nesta quinta-feira (16).

 

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Leia mais...Sem apresentar os resultados esperados pelo prefeito Iris Rezende (PMDB), depois de quase 10 meses de gestão, foi confirmada nesta segunda-feira (09) a exoneração do então secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec), Macxwell Novais Ferreira. O substituto, que estava definido, passou a ser incerto.

É que o escolhido, Welton Lemos, se antecipou e divulgou no início da manhã de segunda que tomaria posse em evento a ser realizado no Paço, às 16h, que não ocorreu. A agenda não foi confirmada pelo gabinete do prefeito e o desencontro na comunicação não pegou bem para o suposto substituto. A trapalhada causou péssima impressão.

A indicação, no entanto, pode continuar ligada às lideranças regionais do PHS e à igreja Assembleia de Deus, Santuário Bethel, onde Welton é pastor. Fato é: o pastor Welton não vai assumir o posto e o prefeito já nomeou interino - o também pastor André Custódio Moreira Júnior.

Já Macxwell havia sido indicado pelo grupo do PRB, ligado à Igreja Universal, que tem os vereadores Rogério Cruz e Alyson Lima. Detalhe: a posse de Lemos chegou a ser noticiada na página da Igreja no Facebook e pela Assembleia Legislativa, que confirmava presença do deputado Lívio Luciano (PMDB).

Em conversas informais, Welton tem afirmado que cumpriu apenas o combinado com o secretário de Governo, Samuel Almeida. A articulação para indicação dos evangélicos para a Secretaria foi comandada por ele, que teria autorizado a divulgação do evento de posse.

Vai, mas não foi

O caso é semelhante ao ocorrido com o vereador Emilson Pereira (Podemos), que confirmou à imprensa ter sido sondado pelo Paço para assumir a Secretaria de Assistência Social e acabou perdendo o cargo antes de ganhá-lo.

Reforma gradativa

Com a mudança na Sedetec, Iris Rezende chega à quarta troca de secretários indicados por ele desde o início do mandato. Já saíram Felisberto Tavares (SMT), Márcia Carvalho (SEMAS) e Oseias Pacheco (SEFIN).

Leia mais...O vice-governador José Eliton (PSDB) ironiza o rótulo de “forças renovadoras” que nomes apresentados até agora pela oposição ao governo estadual para a eleição de 2018 tentam encarnar em Goiás.

“O senador Ronaldo Caiado vem de uma política antiga, do seu tataravô, do seu bisavô, de mais de 70, 80 anos. Que renovação ele representa?”, questiona o pré-candidato governista que, nesta terça-feira (19), em evento da Goiás Turismo no Palácio Pedro Ludovico, voltou a ouvir de Marconi Perillo que assumirá o governo no dia 7 de abril do ano que vem para, em outubro, disputar a reeleição. 

“E o deputado Daniel Vilela, filho do ex-governador Maguito Vilela, do PMDB? Estava aí no poder há muitos anos. Que renovação é essa?”

Eliton aponta que o estado precisa avançar sempre na direção da modernidade das ideias, para que elas sejam equilibradas e convergentes com a sociedade e nega que o projeto tucano, há 20 anos no poder, tenha envelhecido. “A renovação nós fazemos todos os dias ao colocar Goiás como referencial para o país”, finaliza.

Liberdade

Já na base aliada, seguem as ameaças de partidos como PTB, PSB, PSD e PR de caminhar com a oposição. Tudo enquanto buscam mais espaço na chapa majoritária governista para 2018.

Como está

O deputado Lincoln Tejota (PSD) é taxativo. “Todos têm o direito de espernear, mas no fim vão continuar na base do governo. Não tem jeito”, disse à Rádio 730.

A direção regional do PT mantém posicionamento aliado ao comando nacional, que pretende unir todas as forças em torno da candidatura do ex-presidente Lula. Tanto que não mostram preocupação com a atual desunião da oposição em Goiás.

Caciques do PMDB têm apontado que o caminho para a derrota em 2018 é a divisão no primeiro turno.

“É um equívoco pensar dessa maneira. Já faz tempo que temos o instituto do segundo turno e ele vale de alguma coisa, ou não? Ele é exatamente para isso. É pra dar a oportunidade de unir as posições diferenciadas que se apresentam no primeiro turno e isso pode ser positivo inclusive do ponto de vista de estratégia política, para enfraquecer o adversário”, afirma o deputado federal Rubens Otoni (PT), que considera como real a possibilidade de o partido repetir o processo de 2014 e lançar candidatura própria ao governo.

“Trabalhamos para consolidar o bloco de apoio na eleição nacional e, em Goiás, vamos ter o mesmo bloco. Cumprimos nosso papel em 2014 e podemos fazê-lo de novo”, afirma o parlamentar em entrevista exclusiva concedida à Rádio 730.

Leia mais...Alvo de constantes especulações nos bastidores, entre lideranças da base aliada ao governador Marconi Perillo que preferem manter plano B, além da pré-candidatura oficial do PSDB do vice-governador José Eliton, o presidente da Assembleia Legislativa afirma que está à disposição da sigla para se candidatar ao governo de Goiás em 2018.

O tucano já descartou candidatura a deputado federal e tem mostrado interesse em projeto majoritário, mas admite que a preferência é toda do vice. “O PSDB tem o nome natural que é do doutor José Eliton e vamos trabalhar por ele. Obviamente, a eleição para governador não acontece com tanto planejamento e as coisas acabam acontecendo naturalmente. Se amanhã, meu nome aparecer, estiver bem nas pesquisas e o grupo entender que eu deveria ser candidato, meu nome está à disposição. Mas nós temos um quadro já pré-definido”, aponta.

Independente do escolhido, Vitti considera que o Goiás na Frente e a efetiva entrega de obras serão fundamentais para qualquer projeto eleitoral da base.

Largada

“Se a gente conseguir manter a base que temos hoje, com certeza nós temos muitas condições de largar na frente. Mas é preciso que as obras sejam concretizadas e que o nome esteja consolidado”, avalia o presidente da Alego.

Liderança natural

Vitti considera natural o quadro apontado por pesquisa do Instituto Paraná, que mostra o senador Ronaldo Caiado (DEM) na liderança nas intenções de voto. “O senador tem muita representatividade e evidência”.

Leia mais...Prestes a assumir o comando da Secretaria da Fazenda, o atual secretário da Casa Civil, João Furtado Neto, avalia que a situação financeira sinaliza que o estado saiu da crise, mas ainda inspira cuidados. Segundo ele, é ponto fundamental para a manutenção dos investimentos a continuidade do ajuste fiscal, tendo como norte a PEC do Teto de Gastos.

“Na Casa Civil, já faço parte dos principais fóruns de discussão econômica, financeira, estratégica e orçamentária do estado. Já vinha acompanhando o trabalho do secretário Fernando Navarrete e da ex-secretária Ana Carla Abrão. Na elaboração da PEC tive acesso a situação do estado”. Goiás saiu da crise? “Com certeza. E o ajuste já foi feito. O que nós temos que fazer agora é cumprir os ajustes realizados e a PEC do Teto nos dá um norte para isso”, afirma Furtado, que assume o posto na próxima segunda-feira (12).

O auxiliar, da extrema confiança de Marconi Perillo, ainda ressalta o fôlego, a ser efetivado nos próximos meses, de R$ 80 milhões nas contas a partir da renegociação de dívidas federais.

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