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 Ufa! O Goias está fora da zona de rebaixamento no Brasilero B. A vitoria magra diante do lanterna ABC na ultima sexta feira e a derrota do Luverdense em casa para o Ceará deram ao Goias a condição de respirar fora da Geena ardente do Z 4. O time Verde joga na sexta feira contra o inconstante Nautico no Serra Dourada na proxima sexta feira no pornagráfico horario de 21:30, horario em que muitos maridos vão dizer para suas santas esposas que vão demonstrar seu forte amor pelo Verdão mas vão passar direto e devem parar no Real Privê ou na bela estancia MM da respeitavel senhora Maria Machadão e liberar suas energias nas sucessoras das Gatas do Sargentelli.

  Helio dos Anjos disse na 730 que o Goias vai sangrar pelas proximas 8 rodadas pra respirar sem aparelho. O time esmeraldino na minha projeção, precisa de mais 12 pontos para não ser membro da Serie C e isso implica dizer que com mais quatro vitorias  o time se mantem na Segundona.

 Presidente Marcelo Almeida precisa iniciar o planejamento de 2018 porque é claro que o Goias não vai cair. Assim, se se começar agora a rabiscar o mapa para o ano que vem, o Goias pode sai na frente e pode fazer do proximo ano, o ano da retomada do crescimento do Maior do Centro Oeste. Amem?

 A derrota do Vila Nova para o America MG nessa terça feira por 1x0 em BH foi um resultado normal até porque vejo o time mineiro ao lado do Inter, na Serie A. Isso implica dizer que sobram duas vagas em disputa, o problema para o Tigre foi a surpreendente vitoria do Paraná Clube em cima do Guarani em Campinas por incrivel 4x0 pois esse era dos resultados que o Vila precisava o menos provavel já que o outro jogo que interessa ao time goiano é Juventude e Boa que sera realizado em Caxias pela rodada 25 nesse final de semana.Uma vitoria do time do Sul tira o Vila Nova do G 4.

 O Tigrao terá em sequencia dois jogos em Goiania e  a chance de voltar à faixa de acesso mas convenhamos, brigar com o Juventude e Paraná não é um bom negocio. Lembrando que o time goiano vai enfrentar o paranaense em Curitiba num jogo que pode ser um confronto direto pela briga. 

 Concordo com o tecnico Emerson Maria do Vila Nova.O time vai ter que assimilar bem essa derrota para o Coelho, disse ele na Radio 730. O Colorado precisa continuar em busca da consolidação do sonho de acesso à elite do futebol nacional. 

Leia mais...Muitos desportistas estão sem entender o que está acontecendo com o Goiás. Como pode um clube com a estrutura do Verdão, se tornar um time de Série B? Como pode um clube com o poderio econômico do Goiás se tornar uma verdadeira "fazenda de viúva" onde não se produz nada de satisfatório irritando o torcedor? 

O Goiás lamentavelmente, se tornou motivo de chacota, envergonhando aquele que é seu maior patrimônio, a sua torcida. Nessa década, o Goiás frequentou a Serie B com a mesma assiduidade que Geddel Vieira Lima frequenta o bolso do povo brasileiro. Se sente tão à vontade na segundona quanto Eduardo Cunha pedindo propina para sua mulher dos olhos grandes e verdes torrar nas lojas chiques de Paris. Mas a questão é. Existe explicação para isso? Penso que sim. 

 Em todas as grandes empresas como Votorantim, Pão de Açúcar, Itaú e Rede Globo para citar algumas, tiveram renovação e sucessão nas respectivas diretorias para estabelecer nova mentalidade, modernidade de gestão e acima de tudo, energia, vigor e culminando com inovação em todas as áreas. 

Vamos a países para não ficarmos apenas nas empresas. Em quase todas as ditaduras longevas, exceção à China que é um caso à parte, o país sofre com o atraso. Cuba nas primeiras décadas de Fidel Castro cresceu muito na área de medicina, tecnologia no campo e esportiva. A ilha rivalizava com as grandes potências em conquista de medalhas como Rússia e EUA. Quando o dinossauro Fidel chegou a 30 anos de domínio, perdeu a capacidade de criação e força para gerir. Seu irmão Raul embora ruim de serviço tenta alavancar o país, mas o buraco é gigantesco. Coreia do Norte que foi entregue de presente para um gordinho sorridente, mas que deu curso intensivo de maldade a Satanás, por seus encentrais é um verdadeiro símbolo do atraso e por aí vai. 

 O Goiás tem uma figura que manda na instituição há 40 anos e nunca mudou sua filosofia de gestão, o Venerável Camarada Hailé Pinheiro. A Estrela do Oriente do cerrado tem uma história inegável no Goiás. Contribuiu muito para que o Verdão se inserisse entre os grandes do Brasil, mas a vida tem um ciclo natural e é assim em qualquer lugar; família, empresa, país e clube de futebol e o método de gestão do HP já se exauriu. Não adianta ele colocar um presidente e fazer desse um secretario de luxo. Por mais que se argumente que ele não exerce influência no futebol, um pequeno gesto do Pai da Nação esmeraldina já inibe o seu ungido presidente e as ações travam. 

 Hailé Pinheiro pode ser considerado o maior dirigente de Clube da história do futebol goiano e isso é reconhecido por todos. Ele tem busto na Sede do Goiás e o estádio do Goiás tem o seu nome e o que é mais significativo, em vida. Ele merece todas as homenagens, mas está na hora dele passar o bastão. Ele precisa de um sucessor, ele precisa contemplar tudo aquilo que ajudou a construir no Goiás. Ele não precisa ser xingado por torcedores. O sistema dele já está esgotado e o Goiás precisa de sangue novo e de um choque inovador de gestão. 

Leia mais...O Goiás se vangloria que é um Clube organizado, saneado financeiramente e que possui umas das maiores estruturas do país (pela quantidade campo está mais para latifúndio) e que por isso tem que ser respeitado. Fato. 

Acontece que o Goiás nessa década se tornou um time de segunda divisão com administração de terceira, que a cada ano vai se afundando e as novidades são sempre antigas. 

Atolado no Z-4, que é a gaveta que conduz para a terceira divisão, a diretoria do Goiás resolveu "inovar". Trouxe de volta, pasmem os senhores, o ultra ultrapassado e ultra desgastado Hélio dos Anjos para salvar o time da queda. Narcisista, o ancião já chamou para si o comando pois farejou no ar a dificuldade de gestão de Marcelo Almeida nesse início, pois o presidente pegou o Titanic sem a presença da Scarlett O`hara e está fazendo o que pode e não raro, na base do improviso. Narciso, digo, Hélio dos Anjos disse na 730 que "quem vai criar o sonho é ele", se esquecendo que a arrogância derruba qualquer um. 

Se ganhar o próximo jogo do Paysandu, o Cepacol já vai se achar o rei da cocada e espero que ganhe, pois é inaceitável o Goiás sangrar nessa Serie B até ser abraçado pela Série C. Se a direção deixar, o novo treinador sentará na cadeira de presidente e vai tentar mandar do Marcão da Kombi ao Venerável Camarada Hailé Pinheiro. Se salvar o time da queda, vai querer a Serrinha para ele. Que salve.  

Quando o médico Sérgio Rassi assumiu a presidência do Goiás em 2014. Encontrou um clube em frangalhos do ponto de vista financeiro. Com dividas lambendo a cifra de R$ 100 milhões, cujos credores iam de ex atletas na Justiça Trabalhista, passando por bancos e tributos. Naquela época, não tinha crédito nem no verdurão da esquina.

O descendente de árabe arregaçou as mangas da camisa e foi atacar este problema, pois se não o fizesse, certamente o Goiás, que tem uma estrutura de pessoal de dar inveja a muitas estatais, se tornaria inadministrável. Os credores fizeram Rassi viver algo que nunca havia vivido em sua vida particular: bater à sua porta com a fatura pra receber. O governo apertando o torniquete através da não liberação da CND (Certidão Negativa de Débito), que travava qualquer pretensão da diretoria em firmar um contrato de parceria com a Caixa Econômica Federal, por exemplo.

O Goiás é uma espécie de Rússia, embora eu ache que esteja mais para Coréia do Norte, na questão de eleição. No país dos Czares, por exemplo, há eleição, mas quem manda, sendo presidente ou não, é um branquelo cisudo chamado Vladmir Putin, um dos filhos da dona Putin.  No Verdão todos sabem quem detém o controle absoluto.

Este tipo de gestão atrapalha mais que ajuda, pois o presidente não tem espaço de manobra para implantar suas ideias. Tudo que se vai fazer, por mais simples que seja, o Venerável Camarada tem que ser consultado porque intimamente o Kim Jong do Cerrado sente que o presidente lhe deve o cargo, já que o mesmo foi lhe concedido sem que esse tivesse que “correr atrás” de voto. Isso se deve porque no Goiás marca-se o dia da eleição, o felizardo a quem o “Nosso Guia” apontar o dedo é o “ungido” para ser o presidente. O gestor não tem liberdade sequer de montar sua equipe de trabalho. Ou alguém acha que o Sérgio Rassi queria trabalhar com Osmar Lucindo e Harlei Meneses?

Qualquer empresa que há uma divisão na cúpula, não funciona bem. Imagine isso no futebol, onde o atleta é um ser que, como classe, é um alienado de quase tudo. Mas no sentido de cidadania é de se dar inveja a um sueco quando se trata de salário e premiação!

Imagine um presidente trabalhando e traçando planos, mas sabendo que tem um olheiro do ditador monitorando e relatando tudo à Estrela do Oriente: o Venerável Camarada! Claro que o clube ficaria tão frágil que tudo acabaria refletindo em campo, que é onde interessa ao torcedor.

Sergio Rassi foi à luta. Segurou tudo que podia no primeiro ano de seu mandato. Em 2015 conseguiu equacionar o Goiás financeiramente, vendeu jogadores, trouxe como patrocinador máster a CEF, pagou todas as dividas, renegociou os tributos organizou a instituição e o clube hoje tem superavit nas contas, coisa rara no futebol brasileiro.

Mas nada disso foi reconhecido, pois o Goiás é um clube de FUTEBOL, e por mais que a administração tenha sido responsável, organizada, com um foco no equilíbrio receita/despesa, etc.. Como não se teve resultado dentro de campo, nada valeu a pena. O Goiás sob o comando de Sérgio Rassi caiu da Serie A pra B em 2015, não conseguiu subir em 16 e não conseguirá voltar para a elite do futebol brasileiro neste ano.

Durante os últimos três anos e nove meses, vários treinadores trabalharam no Goiás. Do ultrapassado Hélio dos Anjos, ao boa praça Julinho Camargo, dentre muitos outros. Na direção de futebol de Felipe Ximenes, Harlei Meneses e Osmar Lucindo nada de resultado satisfatório.

Cerca de duas centenas de jogadores vestiram o manto verde nesse período "Rassiano". Como tudo que foi possível mexer foi mexido, só restava uma cabeça para ser entregue na bandeja da torcida. E ela foi entregue no dia 24 de agosto de 2017, com a renúncia do presidente Sergio Rassi. Assim mais um homem de bem é incinerado na fogueira ardente do futebol.

O ex-presidente de fato no futebol foi muito mal. Contudo, ninguém pode acusá-lo de não ter procurado fazer o melhor. As coisas não deram certo, assim como não estão dando para o São Paulo que tem uma receita de R$ 300 milhões.

O futebol não é uma matemática onde a soma de dois números sempre dará o resultado que tem que dar. Estas pessoas que humilharam o cidadão Sérgio Rassi não levaram em conta que, assim como qualquer ser humano, ele tem sentimento, tem família, tem amigos. Esse homem não merece a forma como foi tratado. Ele não merece a forma como foi desrespeitado até na sua intimidade.

Sérgio Rassi é um ser humano ímpar. Um homem honesto e bondoso. Um médico tão amoroso que às vezes chora quando não consegue salvar a vida de um paciente. Esse foi o homem xingado e achincalhado por pessoas que não o conhecem.

Pode-se ter certeza de que ele ama muito mais o Goiás do que qualquer um desses que depredaram parte do patrimônio do clube. Ele jamais destruiria uma mesa sequer de seu time do coração! Portanto, o futebol detrói mais uma pessoa. Lamentável.

   Antes do Carnaval explodiu no Goias o assunto Walter e de lá pra cá não se fala em outro assunto a não ser no episódio da cotovelada desferida pelo atacante no goleiro Mateus que fez com que o jovem atleta ficasse desacordado e fosse parar num hospital.

  Testemunhas de peso como o médico Marcelo Almeida afirmam que o jogador disse que não estava arrependido e que se tivesse que fazer de novo, o faria. Walter disse na Radio 730 na segunda  feira de Carnaval que estava arrependido. A leitura que faço é que foi orientado pelo empresário para amenizar os efeitos devastadores da agressão a um colega de trabalho. Fico com a versão das testemunhas.

 A Lei diz que em caso de agressão fisica a colega de trabalho, há a saida para demissão por justa causa. O trato com jogador de futebol exige mais cuidado pois no contrato com atleta não raro, só explicita obrigaçoes do Clube pois as agremiações não tem o cuidado de colocar clausulas constando as atribuições do jogador, por isso a demora na decisão. O Goias analisou todos os aspectos durante esse periodo e chegou a conclusão de que  Walter não tem as condições ambientais para continuar vestindo a Camisa do Verdão e isso deve ser comunicado ao jogador e a seu empresário nos proximos dias.

 Walter tem um talento extraordinario pra jogar futebol mas é um rapaz que precisa de uma orientação e acompanhamento de perto. Sua inconstancia o prejudica muito. Ótimo jogador mas sem mercado em time de ponta quer no Brasil, quer fora do país exatamente por conta de sua instabilidade emocional, alem da briga diária com a balança. O Porto não o quer nem pintado de ouro e por isso o empresta pra quem quiser. Ele, Walter tem proposta de times inclusive menores que o Goias. Confirmando o rompimento de seu contrato saberemos se ele irá para a regiao norte, nordeste ou quem sabe noroeste.

Ouça a 730
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(62) 98400-1757