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Leia mais...A edição deste domingo, 12, do Futebol de Goyaz e suas histórias relembra a trajetória de um grande nome do futebol goiano na década de 1990: Augusto César. Como jogador ganhou projeção nacional com o Goiás Esporte Clube e chegou a ser campeão mundial com o Corinthians no ano de 2000. O que poucos se lembram é que ele foi personagem decisivo na campanha histórica do Pires do Rio, em 1993.

A trajetória futebolística do Augusto começou sob forte mistério, principalmente porque os pais não aceitavam que os filhos se tornassem jogador de futebol. Escondido, o garoto, nascido no Gama-DF, driblava as dificuldades, os problemas, os adversários e os pais para concretizar o sonho de viver da bola.

No futebol goiano teve a primeira passagem no Pires do Rio quando foi convidado para vestir a camisa do time do interior pelo técnico Orlando Lelé. Nesta época, Augusto ainda jogava como meia e atacante. Terminou na terceira colocação do Campeonato Goiano, a melhor participação da história da Locomotiva (em referência aos torcedores serem maquinistas em sua maioria).

Em 1992 foi contratado pelo Goiás Esporte Clube onde permaneceu durante cinco temporadas. Foi campeão goiano inúmeras vezes, viveu grandes jogos na Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro onde conquistou o quatro lugar no ano de 1996. No ano seguinte se transferiu para a Portuguesa e depois para o Corinthians quando foi campeão mundial em 2000.

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JÁ NAS BANCAS - A segunda edição do Almanaque do Futebol Goiano já está nas bancas. Todos os detalhes, curiosidades e informações da temporada 2016 em imagens, textos e muito conteúdo.

São mais de 53 mil resultados cadastrados, mais de 6 mil jogadores catalogados e mais de 4 450 fichas completas. No site também estão todas as edições do programa Futebol de Goyaz e suas histórias.

Conhece um ex-jogador? Nos indique. Use o whatapp 062 99666 9146, nosso novo canal de participação com nossos seguidores. Envie áudio, relembre um jogo inesquecível. Peça detalhes de um grande ídolo. Quem sabe, você é o próximo a participar de nosso programa.

Sabe de um potencial anunciante? Nos repasse. Quer dar visibilidade à sua Marca ou Produto? Fale com a gente. Estamos desenvolvendo um trabalho para ficar eternizado na história. Participe conosco!

Leia mais...O personagem deste final de semana não foi destaque dentro das quatro linhas. Reconhecidamente tinha pouca habilidade com os pés. No entanto, foi responsável por contar histórias, eternizar craques, por meio de notícias, no rádio, jornais e tv, durante mais de cinco décadas. Jayro Rodrigues da Silveira, jornalista, vilanovense, palmeirense, um dos pilares do jornalismo esportivo goiano é a atração da edição #141 do programa Futebol de Goyaz e suas histórias, neste domingo, 5, a partir do meio dia, na Rádio 730.

Jayro  Rodrigues nasceu em Rio Verde, em abril de 1940. Ainda na infância foi morar na cidade de Jataí e aos dez anos de idade desembarcou ao lado da mãe na cidade de Anápolis. Apaixonado pelo esporte, porém excluído pela falta de habilidade com ela nos pés, começou a se apaixonar pelo jornalismo ao escrever no jornal do Grêmio Estudantil do colégio.

Em 1963, já atuava como correspondente do jornal O popular na cidade de Anápolis, e por destino e na falta de um comentarista passou a trabalhar também na Rádio Carajá. A medida que ganhava experiência foi construindo um estilo próprio: contundente, de voz firme e informações precisas.

Jayro Rodrigues trabalhou em vários veículos impressos no estado: O popular, Diário da Manhã, Jornal Opção, O Anápolis entre outros... No meio radiofônico atuou como comentarista e muitas vezes chefe de equipe nas rádios São Francisco, Anhanguera, Brasil Central, Difusora e na TV Anhanguera. O jornalista ainda foi correspondente do Jornal da Tarde e da Revista Placar na década de 1970.

Rodrigues se orgulha de ter sido o responsável por realizar a entrevista em que o então governador Leonino Caiado anunciou oficialmente que iria construir um estádio moderno para o estado de Goiás e que em 1975 se concretizou com a inauguração do estádio Serra Dourada. Foi responsável pelas principais coberturas do basquete goiano na década de 1970.

No futebol, mesmo sendo um exímio amante das cores verdes da Sociedade Esportiva Palmeiras, por inspiração da esposa se encantou pelo rubro do Vila Nova Futebol Clube onde não escondeu ser torcedor e reconheceu interromper a carreira na crônica esportiva quando percebeu que o torcedor, muitas vezes, tinha mais força que o profissional.

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Leia mais...A equipe Futebol de Goyaz vai chegar até a sua casa, neste domingo, a partir do meio dia, para contar a história de Expedito Stival no Atlético Clube Goianiense e no Goianás, um dos orgulhos da história da cidade de Nova Veneza. Talvez por este nome você não o conheça, mas por Pite Stival deixou o seu nome marcado na história do Dragão como dirigente e conselheiro deste a década de 1970.

Pite nasceu em uma família considerada uma das pioneiras na fundação e construção da cidade de Nova Veneza, cidade localizada a pouco mais de 40 km de Goiânia. Foi lá que ele aprendeu desde criança a gostar do Goianás, clube da cidade que disputou campeonatos citadinos até a década de 1960.

Por motivo de estudos se mudou para a capital para estudar. No entanto, não deixou de ser goleiro tanto do Goianás quanto do Atlético Goianiense. Como não era um atleta primoroso, foi convencido pelo tempo que o melhor era ajudar o time do coração nos bastidores e fora das quatro linhas.

No Dragão, Pite foi jogador, dirigente, presidente, conselheiro, torcedor de arquibancada, massagista e até gandula. Atualmente dedica seu tempo a torcedores para o rubronegro e cuidar de cavalos em seu clube...

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Leia mais...Você já imaginou qual jogador foi decisivo para que gostasse de futebol ou decidisse o clube do seu coração? Se você é esmeraldino, tem mais de trinta anos, vibrou com grandes craques da década de 1980 e 1990. Mas nem sabe que Marcius Fleury é considerado um dos grandes responsáveis por ter revelado na base do Goiás Esporte Clube jogadores como Luis Frasão, Cacau e tantos outros... Marcius é o nosso personagem deste domingo, a partir do meio dia, na Rádio 730.

Marcius Fleury nasceu em Goiânia e rapidamente foi contagiado pelo futebol. Começou nas categorias de base do Goiás na década de 1960. Era um ponta de pouca habilidade e que ainda muito jovem foi convocado por Edmundo Pinheiro de Abreu para coordenador as divisões amadores do clube.

Por lá ficou mais de 10 anos. Recebeu a chance de ser técnico para comandar os garotos esmeraldinos na disputa de uma edição do campeonato estadual vestindo a camisa do Inhumas Esporte Clube.

Em 1980, decidiu deixar a comissão técnica comandada por Dino Sani para aceitar a proposta da Anapolina para liderar a Xata. Nesta passagem levou a equipe ao vice-campeonato na Taça de Prata, competição similiar a Série B do Campeonato Brasileiro.

Em 1981 ainda era técnico da Anapolina quando liderava o Campeonato Goiano com uma campanha irretocável. O sucesso em campo chamou a atenção da diretoria do Goiás que o recontratou. A final foi entre as duas equipes. Em campo a Xata levou o caneco. Mas nos tribunais foi provado que Osmar Lima atuou de forma irregular.

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Leia mais...Com muita dedicação e o apoio de vários amigos, o Futebol de Goyaz e suas histórias completa neste final de semana três anos no ar, todos os domingos, na Rádio 730. Este tempo é insignificante diante da grandeza de nossos ideais, mas se torna uma enorme vitória na missão de resgatar a história do futebol goiano.

Para comemorar, neste domingo, a partir do meio dia, a nossa 138ª Edição vai contar a trajetória de um boa praça que chegou ao estado de Goiás para vestir a camisa do Vila Nova Futebol Clube e fincou raizes em nosso solo como jogador e treinador. Estou falando do grande Luiz Dário dos Santos, o pato "rôco".

Veja o perfil de Luiz Dário

Luiz Dário nasceu no Rio de Janeiro onde logo se apaixonou pela areia, o maior e o futebol de praia. Ali estava o seu sonho, tanto que chegou a ser aprovado como bombeiro salva vidas. Mas o destino o fez mudar de terreno. Treinou no Flamengo-RJ, no entanto, durou pouco. Ia desistir do futebol e ficar na praia. Aí apareceu o São Cristóvão-RJ que o lançou para o futebol profissional.

Do Rio, seguiu para Varginha, Uberaba, Poços de Caldas, Belo Horizonte até chamar a atenção dos dirigentes colorados no ano de 1976. O Atlético Paranaense até tentou separar Luiz Dário do solo goiano, mas não foi forte o suficiente.

Em 1978, o defensor veio a Goiânia decidido a casar. Se uniu a esposa e se tornou um dos símbolos da raça vilanovense. No tigre fez parte da lendária campanha tetracampeã. Encerrou a carreira em 1984 campeão com a camisa vilanovense e a partir daí seguiu carreira como treinador em vários clubes do nosso futebol.

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JÁ EM TODAS AS BANCAS ! A segunda edição do Almanaque do Futebol Goiano já está disponível para aquisição em todas as bancas da região metropolitana de Goiânia, Caldas Novas e Catalão. A edição resume os principais fatos esportivos e noticiosos do ano de 2016 com destalhes de todos os jogos da temporada, dados, estatísticas e muita informação por APENAS R$ 10.

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Leia mais...Neste final de semana ocorre a abertura do Campeonato Goiano 2017. Dez equipes, do interior e da capital, disputarão 76 jogos para ser conhecido o campeão goiano da 63ª edição da história do nosso futebol. A edição do FUTEBOL DE GOYAZ E SUAS HISTÓRIAS, desde domingo, a partir do meio dia, na Rádio 730, vai recuperar momentos marcantes e depoimentos dos campeões do final 7.

É claro que falar de história, também é polemizar. Mas também é construir, dentro de seu contexto histórico, um pensamento que possa orientar pesquisas e não esquecer equipes campeãs que por convenção política (ou qualquer outra) acabaram sendo esquecidas ou desconsideradas.

Vamos contar a história do União Operária (1947), América de Morrinhos (1957), Crac de Catalão (1967); Vila Nova (1977); Goiás (1987); Goiás (1997) e Atlético (2007). Com registros históricos, depoimentos e curiosidades ao longo desta viagem de 70 anos em apenas uma hora.

Nos desculpem os atleticanos que certamente ao ler este post vão querer recuperar os títulos de 1947 e 1957. Tenham calma! Não deixamos de reconhecer a conquista vinda de grandes batalhas no Campeonato Citadino destas duas temporadas. A Federação reconhece os títulos de 1943 até 1961, que até então eram disputados e organizados pela Liga goianiense, como os campeões estaduais.

No entanto, em nossas pesquisas encontramos sete tentativas (1947, 1952, 1953, 1957, 1959, 1960 e 1961) da própria federação de criar um torneio que abrangesse todo o estado que fosse capaz e digno de ser chamado de Campeonato Goiano. E por isso, adotamos este critério para as nossas pesquisas. Esta unificação foi adotada a partir de 1962 quando grandes homens, entre eles o Capitão Nascimento, decidiram lutar pela profissionalização do futebol em Goiás.

Vamos reviver as belas histórias!!!!!

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Confira o Almanaquem do Futebol Goiano 2016 - Uma temporada reconstruída em 64 páginas... Reserve o seu !!!!!!

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