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Leia mais...Com muita dedicação e o apoio de vários amigos, o Futebol de Goyaz e suas histórias completa neste final de semana três anos no ar, todos os domingos, na Rádio 730. Este tempo é insignificante diante da grandeza de nossos ideais, mas se torna uma enorme vitória na missão de resgatar a história do futebol goiano.

Para comemorar, neste domingo, a partir do meio dia, a nossa 138ª Edição vai contar a trajetória de um boa praça que chegou ao estado de Goiás para vestir a camisa do Vila Nova Futebol Clube e fincou raizes em nosso solo como jogador e treinador. Estou falando do grande Luiz Dário dos Santos, o pato "rôco".

Veja o perfil de Luiz Dário

Luiz Dário nasceu no Rio de Janeiro onde logo se apaixonou pela areia, o maior e o futebol de praia. Ali estava o seu sonho, tanto que chegou a ser aprovado como bombeiro salva vidas. Mas o destino o fez mudar de terreno. Treinou no Flamengo-RJ, no entanto, durou pouco. Ia desistir do futebol e ficar na praia. Aí apareceu o São Cristóvão-RJ que o lançou para o futebol profissional.

Do Rio, seguiu para Varginha, Uberaba, Poços de Caldas, Belo Horizonte até chamar a atenção dos dirigentes colorados no ano de 1976. O Atlético Paranaense até tentou separar Luiz Dário do solo goiano, mas não foi forte o suficiente.

Em 1978, o defensor veio a Goiânia decidido a casar. Se uniu a esposa e se tornou um dos símbolos da raça vilanovense. No tigre fez parte da lendária campanha tetracampeã. Encerrou a carreira em 1984 campeão com a camisa vilanovense e a partir daí seguiu carreira como treinador em vários clubes do nosso futebol.

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JÁ EM TODAS AS BANCAS ! A segunda edição do Almanaque do Futebol Goiano já está disponível para aquisição em todas as bancas da região metropolitana de Goiânia, Caldas Novas e Catalão. A edição resume os principais fatos esportivos e noticiosos do ano de 2016 com destalhes de todos os jogos da temporada, dados, estatísticas e muita informação por APENAS R$ 10.

São mais de 52 mil resultados cadastrados, mais de 5 mil jogadores catalogados e mais de 4 400 fichas completas. No site também estão todas as edições do programa Futebol de Goyaz e suas histórias.

Conhece um ex-jogador? Nos indique. Use o whatapp 062 99666 9146, nosso novo canal de participação com nossos seguidores. Envie áudio, relembre um jogo inesquecível. Peça detalhes de um grande ídolo. Quem sabe, você é o próximo a participar de nosso programa.

Sabe de um potencial anunciante? Nos repasse. Quer dar visibilidade à sua Marca ou Produto? Fale com a gente. Estamos desenvolvendo um trabalho para ficar eternizado na história. Participe conosco!

A Rede da Construção apoia o resgate das origens de nossa paixão!

Leia mais...Neste final de semana ocorre a abertura do Campeonato Goiano 2017. Dez equipes, do interior e da capital, disputarão 76 jogos para ser conhecido o campeão goiano da 63ª edição da história do nosso futebol. A edição do FUTEBOL DE GOYAZ E SUAS HISTÓRIAS, desde domingo, a partir do meio dia, na Rádio 730, vai recuperar momentos marcantes e depoimentos dos campeões do final 7.

É claro que falar de história, também é polemizar. Mas também é construir, dentro de seu contexto histórico, um pensamento que possa orientar pesquisas e não esquecer equipes campeãs que por convenção política (ou qualquer outra) acabaram sendo esquecidas ou desconsideradas.

Vamos contar a história do União Operária (1947), América de Morrinhos (1957), Crac de Catalão (1967); Vila Nova (1977); Goiás (1987); Goiás (1997) e Atlético (2007). Com registros históricos, depoimentos e curiosidades ao longo desta viagem de 70 anos em apenas uma hora.

Nos desculpem os atleticanos que certamente ao ler este post vão querer recuperar os títulos de 1947 e 1957. Tenham calma! Não deixamos de reconhecer a conquista vinda de grandes batalhas no Campeonato Citadino destas duas temporadas. A Federação reconhece os títulos de 1943 até 1961, que até então eram disputados e organizados pela Liga goianiense, como os campeões estaduais.

No entanto, em nossas pesquisas encontramos sete tentativas (1947, 1952, 1953, 1957, 1959, 1960 e 1961) da própria federação de criar um torneio que abrangesse todo o estado que fosse capaz e digno de ser chamado de Campeonato Goiano. E por isso, adotamos este critério para as nossas pesquisas. Esta unificação foi adotada a partir de 1962 quando grandes homens, entre eles o Capitão Nascimento, decidiram lutar pela profissionalização do futebol em Goiás.

Vamos reviver as belas histórias!!!!!

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São mais de 53 mil resultados cadastrados, mais de 6 mil jogadores catalogados e mais de 4 400 fichas completas. No site também estão todas as edições do programa Futebol de Goyaz e suas histórias.

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Confira o Almanaquem do Futebol Goiano 2016 - Uma temporada reconstruída em 64 páginas... Reserve o seu !!!!!!

Leia mais...A edição deste domingo do Futebol de Goyaz e suas histórias recupera as memórias de um camisa 10 que mesmo com pouco tempos de carreira durante a década de 1970 conseguiu se tornar inesquecível por sua habilidade e poder de decisão. Luiz Antônio Braz, o Japão, meia revelado pelo Atlético Goianiense, se transferiu para Belo Horizonte e acabou voltando ao Dragão onde encerrou a carreira.

Japão é um inhumense com o coração dominado pelo amor a Goiânia, a campininha e ao Dragão rubronegro. Começou no mundo da bola como uma brindadeira sob o comando do "Seu Ataíde" nas categorias de base do Atlético.

Antes de se firmar no profissional, ganhou a oportunidade de fazer um teste no Atlético Mineiro por intermédio de um falso convite organizado pelo folclórico José Calazans. Lutou pela oportunidade e o então técnico Barbatana reconheceu o seu valor. Lá nas Alterosas fez parte do time com Reinaldo, Toninho Cerezo, Marcelo Oliveira e outros grandes craques da equipe alvinegra.

Um telegrama falso mudou os rumos do sonho do meia Japão. Voltou as pressas para Goiânia de onde não saiu mais. Renegociou o retorno ao Dragão onde conquistou o título do torneio amistoso Goiás Rural de 1973. A carreira foi encerrada quatro anos depois de forma dramática.

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Leia mais...Duas das gerações mais marcantes da história do Goiás Esporte Clube fizeram os torcedores esmeraldinos ainda mais felizes nas décadas de 1970 e 1980. A primeira geração foi marcada por Lincoln e companhia. A outra por Cacau e Luvanor. O lateral Nonoca teve a honra de participar destes dois grupos. Viveu altos e baixos. E estas histórias serão destaque na edição deste domingo do Futebol de Goyaz e suas histórias, a partir do meio dia, na Rádio 730.

Nonoca nasceu em Minas Gerais. Mas ainda criança seguiu com a família para Brasília durante o período de construção da nova capital federal. Para realizar o sonho de ser jogador foi futebol, enfrentou o pai que acreditava ser um terrível pecado aquele que decidisse por seguir carreira no mundo da bola.

Perfil do Nonoca

O lateral tem história no futebol brasiliense, paulista e no goiano. No DF com a camisa do histórico CEUB-DF, em Goiás com o Verdão da Serra e no interior de São Paulo com a camisa do Inter de Limeira.

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Leia mais...Depois de um período de descanso, o Futebol de Goyaz e suas histórias abre a temporada 2017 prometendo grandes histórias e muitas novidades aos nossos seguidores e apaixonados pelo passado do nosso futebol.  O programa FGH 134 narra a trajetória de um goiano nascido na cidade de Pedro Afonso, hoje Tocantins: Amado Bucar.

Veio para Goiânia ainda criança junto com toda a família composta pelo pai, a mãe e mais sete irmãos. A primeira casa foi no bairro dos operários, na Vila Nova. Lá viu fortalecer a paixão pelo futebol. Chegava a acordar mais cedo para jogar bola com os irmãos e amigos antes de entrar na sala de aula.

A primeira chance no futebol foi na base do Vila Nova com o lendário Gibrair. No entanto, a mãe não aceitava ter um filho jogador. As mentiras não foram suficientes para seguir treinando. O sonho parecia ilusão. A família se mudou da Vila Nova para residir na Vila Brasília. O destino fez com que o Goiás Esporte Clube fosse a nova casa para retomar o desejo de criança.

Se profissionalizou no Verde. Foi trocado por Heber com o Goiânia e seguiu carreira passando por Taquaritinga-SP, América-SP, Novorizontino-SP, Jataiense, Goiatuba e pendurou as chuteira, em 1993, no Imperatriz-MA.

Veja o perfil de Amado Bucar

A chance de seguir no futebol foi dada pelo Crac de Catalão onde foi técnico de 1996 a 1997 e levou o Leão a decidir um título estadual depois de 30 anos. A bela campanha credenciou o convite para o Goiás onde foi técnico do sub 20, auxiliar técnico e assumiu o comando da equipe esmeraldina com a missão de livrar do rebaixamento.

Os seguidos calotes dos clubes fez com que Amado desistisse de permanecer no Brasil e fosse viver o sonho americano. Há 15 anos, Amado vive na Califórnia trabalha em uma pizzaria, motorista de uber e técnico de uma escolinha de futebol feminino.

Veja o perfil de Amado Bucar como treinador

Depois de ouvir tantas edições do Futebol de Goyaz, chegou a hora de Amado Gomes Bucar. 

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