Atlético Goianiensebrasao-goias-3Vila Nova
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O estranho comportamento dos jogadores esmeraldinos durante os últimos jogos vem despertando a atenção da torcida alviverde. O que será? O presidente Sérgio Rassi já garantiu o "bicho" pela permanência, a torcida compareceu e apoiou o time no último jogo, a imprensa abraçou a causa esmeraldina, e mesmo assim, a reação não aconteceu. Tinha tudo para dar certo, mas não deu! O Goiás está rebaixado para a Série B.

Não digo matematicamente, pois ainda é possível se livrar. Mas moralmente o Verdão está na segundona! Quando o time caiu? Na 29ª rodada, dia 04/10, na derrota para o Figueirense, por 3 a 2, em pleno Serra Dourada. Na ocasião, o Goiás estava na 17ª colocação, com 31 pontos. Uma simples vitória colocaria o time goiano no 14ª lugar, com 34 pontos, e daria uma tranquilidade para os próximos jogos. Após a derrota para o Figueira, o Verdão entrou em campos por seis vezes, perdeu cinco e venceu apenas um jogo. Uma catástrofe!

Curiosamente, houve um episódio naquela partida contra o Figueira que despertou a atenção de todos. O jogador Felipe Menezes tirou a bola da mão de Érik, que cobraria o pênalti que originou no terceiro gol do Goiás, e deu para o Zé Love cobrar o penal. Atitude estranha essa.

Agora, após a derrota acachapante para o Coritiba em casa, diga-se de passagem, o goleiro Renan foi entrevistado pelo repórter André Rodrigues. Durante a fala do goleiro, várias indiretas foram dadas ao comentarista Marcelo Borges, que interferiu na entrevista e começou a conversar ao vivo com o atleta esmeraldino.

A pauta era a existência da "Panela Farroupilha" - nome criado por Marcelo Borges -.

Renan disparou: "tem pessoas aí que respeito, são comentaristas, mas vendem o que falam no estilo 'doa a quem doer'. Falam que dizem a verdade, mas não vão em nenhum treinamento".

Após interferir na entrevista, Marcelo Borges e respondeu as indiretas do goleiro: "só quero lhe dizer uma coisa: às vezes você nunca me viu lá no CT, porque você não conhece meu perfil e minha fisionomia. Eu sou um dos comentaristas em Goiás que mais acompanha treinamento dos clubes goianienses. E outra: eu conheço um pouquinho de futebol! Quando falo de tática e de limitações, é porque conheço! Para mim, como ex-jogador, a "Panela Farroupilha" existe sim senhor! Existe o corporativo e jamais você vai falar isso".

Renan replicou: "volto a falar: se você viu isso no nosso grupo, eu não vejo dessa maneira. Respeito a sua opinião, mas acho que é uma forma pejorativa de colocar as coisas para o torcedor, que acaba criando uma imagem de jogadores".

Confira na íntegra a conversa entre Marcelo Borges e Renan ao vivo, no Jogo Aberto:

Quem está certo: Marcelo Borges ou Renan?

A "Panela Farroupilha" existe? Se sim, quem são os membros?

Enquanto você pensa quais são os prováveis “paneleiros”, relembre o terceiro gol do Coritiba na voz de Ronair Mendes:

 

Quanto vale uma boa reportagem?

Ainda não sei. Tentei descobrir no último jogo do Vila Nova, contra o Brasil de Pelotas, quando o suposto chefe da "máfia dos ingressos falsos" foi preso próximo as bilheterias do estádio Serra Dourada.

As imagens são pouco explicativas. Dá pra ter uma noção do que ocorreu, mas de qualquer forma, vou explicar tudo.

Eu e Beto Brasil, o repórter da galera, estávamos nas entradas do palco maior do futebol goiano, quando torcedores do Vila descobriram que cambistas estavam vendendo ingressos falsos na porta do Serra. Os mesmos colorados tentavam linchar o "chefão". A policia interviu impedindo que fizessem algo com o suspeito.

Vendo toda a movimentação e tendo noção de que estava presenciando um fato de grande relevância para o desenvolvimento do esporte goiano e do Vila Nova Futebol Clube, logo comecei a filmar para o Portal 730.

Um policial viu que eu estava filmando e logo se dirigiu a mim e pediu pra que parasse de filmar. O militar me empurrou e colocou o cassetete em meu rosto, olhou para o celular, ameaçando tomar o mesmo. Vale ressaltar que minutos antes de ocorrer o fato, este policial havia pedido para que eu me retirasse do local e que a minha presença não era bem-vinda próximo aos tumultos.

Após ele me expulsar do motim, dois pseudotorcedores começaram a gritar ordenando que eu parasse de filmar. Os dois me empurraram por várias vezes e um deles chegou a me dar dois socos no peito, um no braço e um chute.

PRA QUE ISSO?

Aquela filmagem não seria boa para a imagem da PM?

Competentemente, a polícia goiana prendeu o suposto chefe de uma "máfia de ingressos falsos", de acordo com a definição da própria Polícia Militar de Goiás. Isso não é bom de ser mostrado pela mídia?

Ainda não entendi qual foi à intenção do policial. Entendo que a atitude dele não representa a farda e o brasão da Gloriosa Polícia Militar Goiana. Por muitos anos tive o privilégio de estudar no Colégio da Polícia Militar de Goiás, o CPMG, e sei que a ética e o respeito é um dever de todos os iluminados que tem a oportunidade de vestir a poderosa farda.

Pode ter sido tudo um mal entendido, sim. Não sendo exagerado, mas se por um acaso eu não deixo o local e continuo tentando exercer a minha profissão de jornalista, neste momento poderia estar em um hospital, ou até, dependendo dos rumos que a briga tomasse, em um cemitério.

Ainda bem que saí de lá, deixando de registrar a prodigiosa ação da polícia. Por condições de segurança, saí correndo. Fui para o "Camarote das Feras" assistir a classificação do Vila à final da Série C.

Passado esse episódio, comecei a entender o porquê de o torcedor goiano estar deixando de ir aos estádios.

OBS.: O vídeo não ficou bom! Não mostrou claramente as agressões, pois tive que puxar o celular com medo de o tomarem da minha mão. Mas atesto que tudo isso aconteceu.

Após parar a filmagem, havia um grupo de torcedores querendo nos agredir. Eu e Beto Brasil, que estava preparando para entrar ao vivo no Futebol Fantástico e acompanhando tudo a distância, fomos protegidos pelos ouvintes da Rádio 730 que haviam sido entrevistados ao vivo minutos antes, explicando o que estavam presenciando.

Confira o vídeo:

Fiquei intimidado com a falta de segurança, já que estava tentando fazer uma matéria mostrando o brilhante trabalho da PM/GO. Naquele momento, não tinha a quem recorrer. Poderia ter feito um vídeo mostrando todas as agressões. Mas na hora não pensei muito. Fiquei com medo.

OBRIGADO AOS NOSSOS VERDADEIROS "PATRÕES" - OS OUVINTES DA RÁDIO 730 -.

Nossos 'patrões vilanovenses' nos protegeram atestando que "nós estávamos do lado do torcedor colorado". Desta feita, destaco o Tião, do Setor Sudoeste. Obrigado pelo esforço de todos. É isso que nos motiva!

 

É incontestável a afirmação de que "o Vila Nova é diferente". Aproveitando da tal "diferença colorada", a Rádio 730, por intermédio de Charlie Pereira (na produção de texto), Paulo Francisco (com a voz) e Wirley Alves (na produção de áudio), produziu um super especial sobre o acesso vilanovense à Série B do Brasileirão.

Um fato bacana, foi que mesmo em tempos de fortes crises na economia brasileira, na partida entre Portuguesa e Vila Nova, a Rádio 730 (devo citar o nome de Nivaldo Carvalho e Charlie Pereira) simplesmente enlouqueceu e chegou a estar com nove profissionais no Canindé, trabalhando direta e indiretamente na decisão colorada, lembrando muito a cobertura da grande final da Copa Sul-Americana, entre Goiás e Independiente-ARG. Se líga na escalação dos guerreiros que estavam em Sampa:

Hugo Sérgio (narrador)

Marcelo Borges (comentarista)

Vinicius Tondolo (repórter)

Rafael Bessa (repórter)

Juliano Moreira (repórter)

Vitor Monteiro (repórter/Portal 730)

Matheus Carvalho (produtor/Portal 730)

Divininho (motorista/operador)

Roberto Premero (motorista/operador)

Nos estúdios da 730, na Av. Goiás, no Centro da capital, estava mais um timaço de profissionais trabalhando em prol da "mega transmissão".

São eles: Charlie Pereira, Evandro Gomes, Nivaldo Carvalho, Cléber Ferreira, Paulo Francisco, Pedro Henrique Geninho, Wirley Alves, Eurípedes Mendes, Roberval Silva e a pessoa que vos escreve.

Voltando a falar do especial, penso que hoje é muito raro uma emissora brasileira de rádio ter um material tão refinado quanto ao que a 730 exibiu na segunda-feira, primeiro dia útil após o acesso colorada, na "Hora do Esporte".

Levando em consideração o grande trabalho dessas FERAS, novamente devo citar o nome dos profissionais diretamente envolvidos nesta grande produção.

- Charlie Pereira: UM MONSTRO! Apesar de ironicamente o "Incansável" falar que não precisa do meu elogio (brincadeira interna, rs), devo confessar que existem poucos produtores como o mestre Charlie. Tudo que envolve a Rádio 730, tem o dedo de um dos "filhos do Anjo".

- Paulo Francisco: QUE INTERPRETAÇÃO! Uma voz impecável! É de se emocionar com a devoção que o Paulo Francisco leva para o microfone quando nossos times goianos entram em campo.

- Wirley Alves: DISPENSA APRESENTAÇÕES! O "meeeeeeeeeeestre" é o homem que faz Goiânia se emocionar com sua capacidade de produzir especiais e super chamadas que mexem com o coração do torcedor. Apesar de ser Goiás roxo, o nosso "mestrinho" manda muito bem nas produções que envolvem o Tigre da Vila Famosa. Este especial é um exemplo.

OBS.: "É NOSSO! É NOSSO!" Fica até fácil produzir um grande especial, tendo um conteúdo produzido por um dos maiores narradores do país. Parabéns, grande Hugo Sérgio!

Confira agora a produção destes guerreiros sobre o acesso colorado! Só um pedido para o bobinho (no bom sentido) que ainda não ouviu: OUÇA!

 

Na época da Rádio K do Brasil, a emissora já transmitiu vários esportes nas coberturas olímpicas. Mas futebol americano, nunca! E se a emissora der a louca e resolver destinar algumas das suas 12 horas diárias dedicadas ao futebol brasileiro, para o futebol americano?

Pense como seria nos Debates Esportivos...

- O Marcelo Borges debatendo com o Charlie Pereira sobre a falta de um fullback no Crocodiles...

"Marcelo, você é um corporativista! Ele não está tendo nem metade do aproveitamento que ele teve na temporada passada! Está faltando um halfback mais responsável ali, heim!"

"Charlie, você foi criado em apartamento... É muito ingênuo pra ver que nas três últimas temporadas, a oscilação do Tom Brady não fez nenhuma diferença no time!"

- O Cléber Ferreira enaltecendo o trabalho do coach, com o Nilton César mandando-o tirar a camisa...

"Ele é muito bom! O Nilton, que já foi até motorista de funerária, não reconhece que o muleque joga muito!"

"Esse Cléber é muito fanático pelos Red's! Ô liderança: tira a camisa e vem pro debate!"

- O Dr. Ledes Gonçalves ponderando o trabalho do presidente dos Cascavéis...

"É um bom sujeito! Se tiver cabeça, não vai cair na lábia desses quarterback's que não sabem o que querem..."

E na Hora do Esporte...

- O Evandro Gomes vibrando com o ataque vermelho dos Tigres...

"Isso é o Tigrão! A massa clamava por um time descente e ele veio! Deus está do nosso lado, ele também é colorado!" (Desculpa, Evandro! Não pude me conter... rs)

E no Toque de Primeira...

- O Nivaldo Carvalho falando que o cornerback do Goiânia Rednecks está tomando aquela "água de parede" nas noites goianienses...

"Fiquei sabendo que esse fez faculdade com os irmãos na Geórgea. "Matou" muitas por lá..."

E no Futebol Fantástico...

- O Paulo Francisco mandando "um abraço do tamanho do Brasil-sil-sil-sil..." pra galera fanática pelos Packers...

"O time é muito bom! Mas falta um presidente como Roberto Dinamite pra gerenciar aquilo tudo ali, heim..."

 

Seria muito diferente!

Tenho comigo que se o futebol americano continuar nessa crescente, um dia ainda o futebol americano vai ser comum aqui na terra do samba.

Ah! E depois desses escândalos, corrupções, máfia de arbitragem, jogadores entregando jogos, briga nas arquibancadas, estádios vazios, etc., o futebol brasileiro que abra muito bem os olhos, viu...

 

Leia mais...Neste planeta cruel, existem vários tipos de loucos. Não sei em qual dos tipos Júnior Viçosa se encaixa, mas se eu fosse escolher ser um doido da vida, com certeza escolheria ser um lunático do tipo "Júnior Viçosa"!

Quem, em sã consciência, abandona um bom chocolate suíço? Daqueles das canecas que a nossa vovó nos dava quando ainda éramos crianças?

Acho que ninguém mais largaria uma noite fria ao lado de uma lareira, sentado em um sofá vermelho junto com a mulher dos sonhos, ouvindo as belas músicas do meu amigo John ou do antológico McCartney.

Só Luiz Severo Junior foi maluco o suficiente para abandonar tudo isso e vir jogar em um time até então fadado a cair para a terceirona.

Viçosa foi capaz de silenciar aqueles - tais modernistas - que afirmam não existir mais amor dentro das quatro linhas.

A magia de Viçosa me fez "relembrar" os bons momentos de Zico no Flamengo, de Sócrates no Corinthians, do Beijoca no Bahia e do Dario "Peito de Aço" do Atlético/MG. E olha que não vi nenhum desses caras jogar...

Severo trouxe consigo o espírito de vitória que distante estava do CCT do Dragão. O cara é sortudo! Logo em sua estreia, o Viçosa já deixou sua marca registrada na vitória do Atlético sobre o Bragantino, em Bragança Paulista.

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Por uma boa coincidência, exatamente no dia em que o atacante fez aniversário, o craque registrou sua felicidade no microfone do repórter Rômulo César. Acompanhe a bela narração do gol atleticano, com a voz de Ronair Mendes.

Bonita, não? Enquanto estamos aqui procurando entender o porquê de Júnior Viçosa retornar ao Brasil. Ele está lá: arrancando da intermediária, encobrindo goleiros do Vila Nova e fazendo torcidas irem à loucura com seus gols e dribles desconcertantes.

Quer saber por que mencionei o Vila Nova? A resposta está no fim do especial que foi ao ar na Rádio 730 nesta sexta-feira. Acompanhe!

 

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Neste domingo (19), festejamos o Dia Nacional do Futebol, ou melhor, deveríamos festejar o Dia Nacional do Futebol.

Em uma data tão significativa para o nosso país, não podemos comemorar por estarmos à beira de um grande caos, instalado pela falta de competência dos milionários "Cartolas". Como já dizia o MESTRE Armando Nogueira, "os cartolas pecam por ação, omissão ou comissão". Para o terror dos goianos, a nossa média de público são as que mais estão sendo abaladas por essa crise que não passa.

Quando vamos discutir sobre os motivos pelo qual os torcedores não comparecerem mais aos estádios de futebol, vejo vários especialistas falando que "o torcedor não é tratado como deveria", ou que "o estádio sempre vazio é culpa do marketing que não faz nada!". Chegam até a dizer que "o Serra Dourada é sujo", como se antigamente fosse tudo umas mil maravilhas! Ah, sem esquecer que "os ingressos são muito caros", etc. Na boa, conversa pra boi dormir!

O que falta pro torcedor voltar a comparecer aos estádios, se resume em uma só palavra: FUTEBOL!

O poderoso Goiás Esporte Clube, que sempre esteve lado a lado dos principais clubes do Brasil, hoje parece estar na Série A apenas por passagem.

O tradicional Atlético Clube Goianiense, que após uma ascensão incrível, se contenta apenas em não cair para a terceirona do Brasileiro.

E o gigante Vila Nova Futebol Clube, que não briga por extremamente NADA de relevante à quanto tempo?

Hoje nossos times parecem estar à beira do precipício! 

Mas mesmo assim, para TENTAR festejar a data, a Rádio 730 me encarregou a responsabilidade de produzir parte de um especial para o programa Futebol de Goyaz, que foi ao neste domingo, ao meio-dia.

Neste especial, as principais perguntas eram: "o que o futebol representa pra você?" e "qual o seu jogo inesquecível?".

Para produzir o especial, fui ao estádio nas partidas Goiás x Santos, Atlético x Mogi Mirim e Vila Nova x Botafogo/PB. Perguntamos para jogadores, comentaristas e torcedores. Após ouvir os vários depoimentos por inúmeras vezes, fiquei um tanto quanto incomodado com o tamanho da insatisfação de todos com o atual momento vivido pelo futebol.

Em um desses jogos, assim parei para conversar com um torcedor, o mesmo me sugeriu que justamente no Dia do Futebol, a Rádio 730 fizesse 1 minuto de silêncio in memorian ao futebol brasileiro. Fiquei bastante pensativo com o que um rapaz vilanovense havia me dito.

O Brasil sempre foi uma baderna politicamente falando. Porém, antigamente o torcedor sempre se esquecia dos problemas políticos da República Federativa e a falta de competência dos administradores brasileiros, assistindo um bom futebol e apreciando um pouco do seu time do coração. Hoje, ou o futebol está parecendo política, ou realmente está um pouco pior que ela.

Assim como os brasileiros, que após uma série de fatores tomaram nojo da política, não é difícil achar pessoas falando que um dia já gostaram de futebol, mas que hoje não sabe nem quem é o lateral-esquerdo da Seleção Brasileira.

CONSEGUI!

Em pleno julho de 2015, consegui o feito inédito de chegar ao fim de um texto que cita a incompetência dos Cartolas, sem ao menos mencionar os escândalos da FIFA ou a máfia da CBF. Mereço um parabéns, não?

FUTEBOL DE GOYAZ E SUAS HISTÓRIAS

Falando agora só de coisas boas e de quando o futebol ainda era um esporte onde a maioria das pessoas que o dirigiam eram dignas do nosso respeito, confira o especial produzido pela equipe do Futebol de Goyaz, sobre o Dia do Futebol.

Quer uma dica? Preste bem atenção no 4º bloco! Impossível não se identificar com alguns dos jogos mencionados pelos verdadeiros torcedores do esporte mais apaixonante do planeta.

BLOCO 1: A teoria do "Grupo de Ensino e Pesquisa Aplicada ao Futebol" (GEPAF), em que o futebol explica o mundo. 

BLOCO 2: Os especialistas da Rádio 730, explicando o significado do futebol na opinião de cada um.

BLOCO 3: Os ídolos do passado e do presente, também falando sobre a importância do futebol para cada um deles.

BLOCO 4: A torcida goiana foi protagonista desse memorável bloco. A arquibanca ganhou voz e demostrou por mais uma vez, o seu amor incondicional pelo futebol.

 

Ouça a 730
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