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Walter teve um longo período de pré-temporada no Atlético. Contratado ainda no Campeonato Goiano, o atacante não poderia atuar pelo rubro-negro no estadual e na Copa do Brasil, já que havia vestido a camisa alviverde do rival Goiás nas mesmas edições das duas competições.

Após dois meses aprimorando a forma física, Walter retornou a Série A do Brasileirão marcando seu único gol com a camisa do Atlético. Foi no dia 15 de maio, na derrota por 4 a 1 para o Coritiba, em Curitiba/PR.

A última partida de Walter no Atlético foi no dia 17 de junho, na derrota para o Atlético/PR, no estádio Olímpico, por 1 a 0. Após o término do jogo, o atacante fez um desabafo ao repórter Pedro Henrique Geninho, da Rádio 730, e confirmou sua saída dos jogos do Atlético para se condicionar fisicamente.

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“Vou ficar de 15 a 20 dias sem ir para os jogos para chegar ao peso ideal. Muita gente está me cobrando muito. Sei que não estou no peso ideal. Serão 20 dias “de molho” dos jogos. Vou lutar, brigar, vim para jogar e quero jogar no Atlético-GO. Preciso estar bem. Tem muita gente desconfiada, mas sei da minha qualidade. Preciso perder mais cinco quilos, que é o que falta”, disse Walter no dia 17 de junho.

A evolução de Walter

Na noite da última segunda-feira (26), tive a oportunidade de bater um papo com o preparador físico do Atlético, Jorge Sotter. Ele é o profissional que está com a difícil missão de colocar o atacante nos “trinques”.

::: Confira o podcast da entrevista com o preparador físico do Atlético, Jorge Sotter:

“O Walter está entrando em sua segunda semana de trabalho físico em período integral. Fizemos uma avaliação com ele quando resolvemos fazer este segundo trabalho. Está evoluindo bem. Perdeu três quilos em relação ao que estava. Seu percentual de gordura baixou e está caminhando bem”, comenta.

Empenhado em recuperar a grande aposta rubro-negra para 2017, Sotter fez um balanço da recuperação física do atacante de 27 anos. “O que alterou foi em relação a dedicação dele. Me prometeu que iria segurar um pouco a boca. Eu disse que se ele não segurasse a boca não adiantaria treinar, treinar e treinar, que não chegaríamos a um objetivo comum. Ele prometeu que iria se dedicar um pouco mais que a primeira vez”, diz.

Leia mais...Segundo Jorge Sotter, não só os procedimentos do clube foram alterados. A principal mudança para se alcançar a evolução necessária foi no lar de Walter. “Conseguimos uma orientação com a nutricionista, onde foram passados alguns cardápios do gosto dele. Essa nutricionista foi até a casa dele, conversou com a pessoa que faz a sua alimentação. Segundo ele, está seguindo a risca”, afirma.

A volta de Walter aos campos está prevista para o dia 13 de julho, no duelo contra o São Paulo, no Morumbi. Sotter é otimista sobre a evolução do atacante. “Walter faz uma média de 10 a 12 km/dia de volume de trabalho. Ele está comprando a ideia. Espero que consigamos diminuir ainda mais o peso, para colocarmos em um peso que achamos ideal para a exigência do Campeonato Brasileiro a nível de Série A”, completa.

O Vila Nova venceu o Goiás por 2 a 0. Algo que, a meu ver, é maravilhoso para o futebol goiano. Digo isso pelo fato de que este grande clássico já estava perdendo a magia, por que só o Goiás levava a melhor. Mas para o bem da rivalidade entre os clubes, o colorado venceu o esmeraldino.

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E olha que eu estava apostando minhas fichas no Goiás, heim? Só para se ter uma idéia da grande melhora que o time esmeraldino teve nas últimas rodadas, fiz um “quem é quem” em meu perfil no Twitter (o @AMagalhaes730) e o Goiás venceu por 10 a 1.

Mas o futebol sempre nos surpreende, e o Vila Nova venceu. O domingo tinha tudo para ser mágico! Até que marginais travestidos de torcedores roubaram a cena. Esses vândalos pularam da arquibancada para a geral do estádio Serra Dourada, deram a volta até se encontrarem em frente as cabines de rádio, onde não tem divisão policial.

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Ali começou uma cena de guerra que parecia não ter fim. A falha do policiamento aconteceu. E foi grande. Além de não prever um possível embate entre as torcidas naquele ponto, a Polícia Militar demorou a intervir na barbaria que acontecera naquele momento.

Eu estava nas tribunas para entrevistar os dirigentes de Goiás e Vila Nova como de praxe. Avistando a grande “merda” que acontecia em minha frente, tive que parar meu trabalho para registrar aquele momento.

Não consegui terminar a filmagem da forma que eu gostaria, por que o spray de pimenta fazia meus olhos arderem muito! Na verdade, todo o meu corpo estava incomodado com aquele gás.

Leia mais...Olhei para trás e avistei uma movimentação na tribuna esmeraldina. Fui até o local para ver o que estava acontecendo, até que me deparei com Hailé Selassié de Goiás Pinheiro segurando um pano em seu rosto para se proteger do gás.

Quando vi esta cena, a imagem de “Alice no País das Maravilhas” que criei do futebol quando criança se despedaçou. Fiquei muito abalado ao presenciar o dirigente máximo da história do futebol goiano buscando abrigo para se proteger da baderna que marginais proporcionaram.

Aquela cena me abalou muito. Muito mesmo. A partir daquilo, posso afirmar categoricamente que se não for a trabalho, não irei mais aos clássicos entre Goiás x Vila Nova. Primeiro, porque os marginais tomaram conta das torcidas organizadas. Segundo, porque nossa polícia é a incompetência vestido de farda.

Leia mais...Uma outra imagem que me abalou muito foi a de um pai com seu filho no colo erguendo suas mãos para cima em sinal de rendimento. Aquilo me tocou e despertou uma ira tão grande.

Até quando teremos isso?

A cada dia que passa, as famílias se afastam cada vez mais dos estádios de futebol. A minha, por exemplo, ficou sem ir por seis anos por conta de brigas. Estão voltando aos poucos.

Aos marginais, um pedido: DESAPAREÇAM DOS NOSSOS ESTÁDIOS! O FUTEBOL NÃO PRECISA DE VOCÊS!

Desculpem o desabafo, mas é triste ver algo que eu gosto tanto, ser denegrido por pessoas que não merecem o mínimo respeito.

::: Confira as imagens da TV Anhanguera/Premiere FC:

Na edição desta quarta-feira (21) do programa Enquanto a Bola Não Rola, da Rádio 730, tive a oportunidade de conversar ao vivo com o meia Elias, de 33 anos. Ele atuou no Dragão de 2009 a 2012, com uma pausa em 2011. Elias realizou grandes jogos pelo Atlético, mas os principais foram em 2010, justamente contra o mesmo adversário: o Palmeiras. Hoje o meia está na Anapolina para a disputa da Divisão de Acesso do Goianão 2017

Leia mais...::: Brasileirão de 2010: Palmeiras 0x3 Atlético - Pacaembu

O Atlético foi ao Pacaembu para duelar com o Palmeiras pela 16ª rodada. O Dragão se agigantou diante do Porco e acabou vencendo por 3 a 0, com três gols de Elias. O duelo foi no dia 26 de agosto de 2010.

O Atlético de Renê Simões foi a campo naquela partida com Márcio; Victor Ferraz (Agenor), Daniel Marques, Welton Felipe e Thiago Feltri; Pituca, Ramalho, Robston (Chiquinho), Rodrigo Andrade (Anaílson) e Elias; Marcão.

::: Elias expôs suas lembranças daquele duelo memorável:

::: Confira os três gols do Atlético na voz de Ronair Mendes:

Leia mais...::: Copa do Brasil de 2010: Atlético 1(2)x(1)0 Palmeiras – Serra Dourada

Pelas quartas de final, o Atlético recebeu o Palmeiras em Goiânia para um duelo em que o torcedor rubro-negro nunca irá se esquecer. Com quase 30 mil presentes no Serra Dourada, o Dragão eliminou o Porco da Copa do Brasil daquele ano. No tempo normal, o Atlético venceu por 1 a 0. Mesmo resultado da vitória do Palmeiras, em São Paulo. Sendo assim, a partida foi decidida nas cobranças de penalidades.

Elias marcou o gol que deu a classificação as oitavas de final ao Atlético. O Dragão de Geninho foi a campo com Márcio; Ayrton, Jario, Welton Felipe e Thiago Feltri; Agenor (Elias), Pituca, Ramalho e Robston; Juninho e Rodrigo Tiuí (Marcão).

::: O meia Elias também recordou aquele duelo memorável:

::: Confira o gol da vitória do Atlético no tempo normal e todas as cobranças de pênaltis na voz de Edson Rodrigues:

::: Elias ainda comentou sobre a atual situação do Atlético na Série A e deu seus pitacos sobre o Brasileirão.

Leia mais...No jornalismo, quando uma grande oportunidade aparece para um profissional já consagrado, os benefícios ocorrem em efeito dominó e acabam propiciando outras benécias para profissionais que estão mais “abaixo” (digamos assim) em uma cadeia hierárquica.

Nas duas últimas semanas, o repórter Juliano Moreira teve a missão de ser o único jornalista de Goiás na Austrália para a cobertura de dois jogos da Seleção Brasileira em Melbourne. Sendo assim, a vaga na equipe de reportagem para a cobertura do Vila Nova ficou aberta.

Após a vitória do Vila Nova sobre o Guarani (realizada no dia 03/06 – neste jogo, estive na cobertura do Guarani), por 3 a 1, ainda no estádio Serra Dourada a direção da Rádio 730, através do diretor de esportes Charlie Pereira e do diretor-geral Nivaldo Carvalho, me comunicou que eu seria o responsável de estar na cobertura do Vila Nova até a volta de Juliano Moreira.

Leia mais...Não vou negar que tive um pouco de medo no início, mas logo me animei e passei a me concentrar tendo em vista a grande oportunidade que tinha pela frente. A partir de então, entrei de corpo e alma em tudo que tangia o Vila Nova.

Nas redes sociais da Rádio 730, fiz tudo que estava ao meu alcance. No meu perfil no Twitter (o @AMagalhaes730) realizei o “tempo real” de TODOS os treinamentos do Tigrão (algo que já fazia na cobertura da Aparecidense e do Goiânia). E para a minha felicidade, a resposta do torcedor colorado foi imediata!

Em quatro jogos, vi o Tigre conquistar sete pontos com duas vitórias e um empate. No meu primeiro jogo no Serra Dourada na cobertura do colorado, uma partida memorável em que o Vila (jogando com menos um), venceu o América-MG. Foi emocionante!

Com muita felicidade e com um gostinho de dever cumprido, “devolvo” a cobertura do Vila Nova para o companheiro Juliano Moreira, que realizou um grande trabalho na Austrália, diga-se de passagem.

Leia mais...Volto para a cobertura da Aparecidense na Série D e Goiânia na Divisão de Acesso. Porém, agora com o espírito renovado! Foi muito bom cobrir um time de massa, mesmo que por apenas duas semanas.

Obrigado a direção da 730 e espero outras oportunidades no futuro.

Aos torcedores do Vila Nova, muito obrigado pelo carinho e pelas mensagens.

Valeu, Tigrão! Até a próxima...

Leia mais...No início da última semana, tivemos a triste notícia de que Marcelo Cabo deixaria o Atlético. Cabo era adorado por todos que o cercavam e por isso gerou uma grande comoção na sua saída. Há tempos não se via uma coletiva especial quando algum treinador deixa um clube. Conhecendo bem o Atlético, sei que Cabo um dia voltará a comandar o clube rubro-negro.

Mas de toda essa história, o que mais me marcou foi uma entrevista do diretor de futebol Adson Batista, logo após a derrota para o Bahia, por 3 a 0, na última segunda-feira (05), na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA). Na ocasião, Adson anunciou ao vivo a saída de Marcelo Cabo do comando do Atlético.

"O Marcelo me comunicou agora a pouco que não vê mais reação dos jogadores com o trabalho dele e acabou de entregar o cargo no vestiário. Me surpreendi com a decisão, estão todos de cabeça cheia, mas infelizmente preciso compreender. Os caras estão entregando, abaixando a cabeça, ele fez de tudo para mudar isso, reanimar o grupo, mas infelizmente essas coisas acontecem. Ele me chamou no canto e falou de toda a satisfação de trabalhar no Atlético, do carinho por todos e pelo clube. A culpa não é apenas dele, apostei em alguns jogadores que deram errado, sou homem para assumir isso", afirmou Adson à Rádio 730.

Após mais esta grande atitude - a de assumir seus erros publicamente logo após a quarta derrota consecutiva da equipe no Brasileirão -, me tornei ainda mais admirado na postura de Adson Batista como diretor de futebol. Mesmo em um momento tão adverso, Adson coloca sua cara a tapa e assumo suas responsabilidades, algo tão incomum no futebol goiano.

Lembranças de Harlei Menezes

Digo incomum por experiências próprias como produtor na Rádio 730. No dia 18 de outubro de 2015, após o Goiás perder quatro jogos consecutivos na Série A, o técnico Arthur Neto foi demitido ainda no vestiário da Vila Belmiro, onde o Goiás havia sido derrotado pelo Santos, por 3 a 1.

Após a notícia ser divulgada na 730, meu coordenador Charlie Pereira me designou a tarefa de entrar em contato com Harlei Menezes [assim como fizeram no caso de Adson Batista], para buscar explicações ao torcedor esmeraldino sobre a situação do Goiás. Vejam o que aconteceu...

Liguei para Harlei e ele logo atendeu. Eu disse: “Olá, Harlei! Aqui é Arthur Magalhães, da Rádio 730. Podemos...”. Harlei me cortou e logo disse: “Agora não, Arthur”. E desligou o telefone.

Dois meses depois, Harlei foi demitido após o rebaixamento do Goiás. Ficou um ano fora do esmeraldino, voltou no final de 2016 e entregou o cargo em março de 2017, após ter problemas com funcionários do clube.

Trazendo um pouco mais para a atualidade, nesta quarta-feira (07), o técnico Sérgio Soares, demitido do Goiás na última semana, concedeu entrevista à Rádio 730 detonando algumas atitudes do atual diretor de futebol do clube, Osmar Lucindo.

Perguntem se Osmar veio à público prestar esclarecimentos ao seu torcedor sobre as acusações que foram feitas? É claro que não! Os caras parecem estar “nem aí” para o que o torcedor pensa.

A diferença de um campeão

Adson dá uma aula de futebol. Fico imaginando se o Atlético tivesse o poderio financeiro do Goiás (que é umas 8x maior), o que Adson Batista faria...

No ano passado, o diretor montou um time que impressionou o Brasil. Se o Atlético tivesse conseguido manter o elenco, possivelmente não estaria em uma situação tão incômoda como está. Mas sabemos como é o futebol. Quando um time de médio/pequeno porte se destaca, o assédio de empresários rola solto. Todos atrás de uns $$ a mais.

Novo técnico

A priori, Adson Batista acerta mais uma vez. Agora com o Doriva, o Atlético pode buscar novos rumos nesta Série A. Experiente, o treinador chega com a difícil missão de remodelar um time que está fadado ao insucesso nesta competição. Desejo sorte ao novo treinador do Atlético!

Fracasso em 2017?

Neste ano, o Atlético não se deu bem no Goianão, mesmo com um nível de competição tão baixo. Na Copa do Brasil, acabou eliminado por um Flamengo que, após a precoce eliminação na Libertadores, estava diante de um “jogo da vida”. No Brasileirão vai de mal à pior.

Não sabemos qual coelho Adson tirará da cartola. Será apenas o Doriva ou tem mais surpresas vindo por aí? Assim é Adson Batista, um diretor campeão.

Quem nunca ouviu a frase “o Goiânia voltou”? Vejo esta conversa vir à tona desde 2008, ano da reestreia do Galo na Divisão de Acesso. A partir de então, se passaram dez anos e o primeiro grande clube de Goiânia ainda não conseguiu se reestabelecer.

A ausência do Galo em grandes competições fez com que torcedores de outras equipes da capital passassem a simpatizar e até torcer por uma volta do antigo rival.

Leia mais...No último domingo (28), o alvinegro estreou no estadual com vitória sobre o Aparecida, por 2 a 1. O duelo disputado no estádio Olímpico teve um público de 932 pagantes e 1.188 presentes.

Um grande erro foi cometido pela direção do Goiânia, comandada por Arione José de Paula. Apenas uma catraca esteve disponível para o acesso de torcedores ao tradicional estádio da Av. Paranaíba, algo que ocasionou grandes filas.

Apesar do público baixo, fiquei surpreso ao presenciar a quantidade de pessoas fora do estádio minutos antes da partida. O motivo: o policiamento ainda não estava presente no local, o que atrasou a abertura do portão.

Segundo informações não confirmadas pela direção do clube, o Goiânia acabou “esquecendo” de solicitar a Polícia Militar um efetivo para o jogo, algo que beira o amadorismo.

Leia mais...Para finalizar, lembro os preços dos ingressos para este jogo da segundona do Goianão: R$30 a inteira e R$15 a meia.

Como uma correlação, na Série A, o Santos está cobrando a partir de R$10 para o duelo com o Botafogo, na próxima quarta-feira (07), no estádio Pacaembu.

Além dos preços salgados, os ingressos foram comercializados em bilheterias apenas no dia do jogo. Nos dias anteriores, os bilhetes só eram encontrados de forma online em um site de vendas.

Com a média de idade da torcida do Goiânia um tanto elevada, é uma atitude um tanto irrisória da direção do Galo, não é? Rsrsrs...

Uma sugestão

Assim que o jogo de domingo terminou, procurei o presidente Arione de Paula e sugeri um modelo de vendas para o Galo. Como torcedores de outros clubes estão interessados em assistir jogos do Goiânia, o clube poderia criar uma ação de marketing para explorar esta demanda para angariar recursos.

Leia mais...Que tal colocar a venda antecipada de ingressos nos estádios Antônio Accioly, Onésio Brasileiro Alvarenga, Serrinha e Olímpico? Uma simples ligação para os presidentes dos clubes viabilizaria a venda.

Com uma migalha de dinheiro destinado a quatro ou cinco funcionários em forma de diária, conseguiria manter profissionais para realizar a comercialização em território rubro-negro, colorado e esmeraldino.

Além disso, se os ingressos forem cobrados por um preço um pouco mais simbólicos, cerca de R$10, a chance de torcedores de outros times irem aos jogos do Galo é grande.

Mensagem direta

A direção do Goiânia: é uma alternativa válida e não custa nada tentar.

Ao torcedor: não se anime, por que provavelmente esta sugestão não será levada em conta e tudo deve continuar como está. Infelizmente.

O vai e vem do Galo no Goianão

Em 1998, o Goiânia foi campeão da segundona. Em 2003, junto do Atlético, acabou rebaixado. No ano seguinte, por uma desistência do classificado Novo Horizonte, teve a chance de novamente disputar a primeira. Em 2005, um novo rebaixamento.

Em 2006 foi campeão da Divisão de Acesso. Em 2007, nem precisa falar. A partir de então o clube alvinegro não conseguiu se reintegrar a elite estadual.

Em 2014 quase foi rebaixado à terceira divisão. Por um ponto (sim, apenas por um ponto) o Galo conseguiu a permanência na segunda. No último ano, com um projeto amplamente divulgado na imprensa, que tinha Eduardo Machado na presidência, acabou fracassando na competição e não alcançando o êxito.

Agora, com Raimundo Queiroz, Gutemberg Veronez e outros mais, o tradicional Goiânia tenta o retorno à elite.

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